8 de abril de 2013

Movimentos acusam parcialidade de juiz no julgamento do casal extrativista


Da Carta Capital

Quatro dias após o Tribunal do Júri de Marabá, no Pará, absolver José Rodrigues Moreira, acusado de mandar matar o casal de extrativistas José Cláudio Ribeiro e Maria do Espírito Santo, um grupo de movimentos sociais da região escreveu uma carta pública em protesto contra a decisão.

Ministra do Meio Ambiente afirma compromisso com a Reforma Agrária


Por Mayrá Lima
Da Página do MST


“Eu tenho convicção que, para o bem dos fins dos conflitos de território, para a atividade de produção de alimentos, tem-se que passar pela Reforma Agrária”. A declaração é da ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, durante reunião com o MST e MPA nesta última sexta-feira (5), em Nova Venécia, no Espírito Santo.

Liberação de agrotóxicos sob pressão de empresas foi irregular, diz Procuradoria


Por Reynaldo Turollo Jr
Da Folha de S.Paulo


Maior consumidor de agrotóxicos do mundo, o Brasil passou a liberar em 2012, de forma irregular, registros de defensivos mais nocivos à saúde, segundo o Ministério Público Federal.

A Procuradoria afirma estar equivocado o parecer da Advocacia-Geral da União (AGU) que mudou no ano passado a interpretação da Lei dos Agrotóxicos, de 1989.

Agronegócio é responsável por 30% do desmatamento na Amazônia, diz estudo


Da Reuters

Cerca de 30% do desmatamento no Brasil na primeira década deste século ocorreram porque agricultores e pecuaristas procuraram terras para expandir a produção de carne e soja para exportação, contra cerca de 20% na década de 1990, disse o relatório. "O comércio está emergindo como o principal motor do desmatamento no Brasil", diz o estudo.

2013: o ano do combate à impunidade contra a violência do latifúndio


Do Terra de Direitos

De um lado, em função da mobilização organizada às portas do fórum de Marabá/PA, onde os movimentos sociais demonstram que a sociedade brasileira tem a legitimidade e o direito de vigiar e reivindicar que o poder judiciário conheça e finalmente assuma a sua responsabilidade nos casos das violações de direitos humanos relacionadas aos conflitos fundiários no Brasil.

Luta contra agrotóxicos e em defesa do Código Florestal mobiliza Brasília

 

Por Maria Mello

Do Brasil de Fato

Cerca de três mil manifestantes, entre integrantes de movimentos sociais e sindicais do campo e organizações ambientalistas, realizaram um dia de protestos, audiências e atividades públicas em Brasília na quinta-feira (7/4) para protestar contra o projeto do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) de alteração do Código Florestal, sustentado pelos ruralistas, e lançar a Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e pela Vida.

Audiência com Dilma encerra encontro das mulheres do MAB


Da Comunicação do MAB

 

O Encontro Nacional das Mulheres Atingidas por Barragens encerrou na tarde de quinta-feira (7/4), em Brasília, após uma audiência com a presidenta Dilma, no Palácio do Planalto. Mas as atividades desse dia começaram bem mais cedo. Pela manhã, o Movimento integrou uma marcha, da qual participaram 1.500 pessoas de diversos movimentos sociais e organizações ambientais, em defesa do meio-ambiente e de um outro projeto de sociedade.

Mudanças no Código Florestal atingem toda a sociedade


João Pedro Stedile*
Coordenação Nacional do MST

 

No ano passado, a bancada ruralista  – que é o que tem de mais atrasado,  fisiológico e oportunista no Congresso Nacional – encontrou um pseudocomunista para representá-los, e articularam mudanças no Código Florestal.

O projeto, conhecido como projeto Aldo Rebelo, foi aprovado na comissão de agricultura e meio ambiente, por quatro votos de diferença. Ou seja, sem nenhuma representatividade real. E agora, por acordos partidários, o projeto deve ir a votação no plenário da Câmara.