12 de novembro de 2012

Livro fotográfico registra luta em defesa do Velho Chico

Do Jornal Brasil de Fato O fotógrafo João Zinclar lança em Campinas (SP), nesta sexta-feira (12/11), o livro “O Rio São Francisco e as Águas no Sertão”. O trabalho é resultado de um ensaio fotográfico realizado entre 2005 e 2010. Durante os cinco anos, o fotógrafo percorreu as margens do São Francisco em oito estados e registrou a cultura do povo ribeirinho e sua luta em defesa do rio.

Movimentos fazem articulação contra despejos no Maranhão

Reynaldo Costa Da Página do MST Dados oficiais indicam que mais de 500 mil famílias maranhenses não possuem moradia adequada, configurando o Estado do Maranhão como o maior déficit habitacional do Brasil. A situação no campo é tão ruim quanto nas cidades. Apesar da metade da população maranhense viver em áreas rurais, quase 50 % não tem o acesso a terra, mesmo com a extensão das áreas devolutas ou da União. Além disso, a maioria dos posseiros não tem documentação, enquanto empresas e latifundiários junto ao Estado vem tomando terras e expulsando essas famílias.

Participantes de Congresso de Agroecologia visitam escola da Via Campesina e assentamento do MST

Nesta sexta-feira (13/11), vários participantes VI Congresso Brasileiro e do II Congresso Latinoamericano de Agroecologia participam de uma visita a Escola Latino-Americana de Agreocologia e o Assentamento Contestado, no município da Lapa. A visitas fazem parte das últimas atividades do Congresso, que começou no dia 9/11, na Universidade Positivo, em Curitiba, no Paraná.

Ministro condena atuação de milícias armadas no Pará

Por Pedro Rafael Ferreira O ministro Paulo Vannuchi, da Secretaria Especial de Direitos Humanos (SEDH) da Presidência da República, quer acompanhar de perto os conflitos pela terra no Sul do Pará, principalmente os casos envolvendo milícias armadas contratadas para enfrentar trabalhadores ligados a movimentos sociais. A declaração foi feita na noite desta quarta-feira (11/11), em Brasília, durante abertura do 4º Seminário Nacional do Programa de Proteção aos Defensores dos Direitos Humanos.

Marcha acredita na vitória da redução da jornada de trabalho

Do Vermelho A chuva fina que caiu durante todo o dia em Brasília não afastou os milhares de trabalhadores da 6ª Marcha da Classe Trabalhadora, realizada nesta quarta-feira, na Esplanada dos Ministérios. Logo cedo, os dois lados da pista já anunciavam a manifestação. De um lado, cartazes das centrais sindicais anunciavam o mote da campanha 40 Horas Já; do outro, faixas dos deputados que apoiam a reivindicação.

A produção de um “novo” massacre?

É clara a campanha nacional de criminalização dos movimentos sociais no Brasil e, também, é nítida a participação nesse processo de setores de nossa sociedade comprometidos com a defesa da propriedade privada em detrimento de sua função social. Englobando essa campanha ainda temos nossas mídias impressas e televisivas veiculando matérias e reportagens que criam fatos e divulgam versões de acontecimentos desmoralizando movimentos e suas bandeiras de luta.