Acre vive cotidiano de tensão agrária 25 anos após morte de Chico Mendes

Da BBC

A pouco mais de 40 km da capital do Acre, Rio Branco, uma área de cinco mil hectares de um antigo seringal em uma região progressivamente tomada pela pecuária representa bem a situação vivida por seringueiros do Estado 25 anos após a morte do líder ambientalista Chico Mendes.

O que sobrou de floresta do seringal Capatará – que chegou a ter 62 mil hectares de mata nativa, mas hoje é principalmente usado como pasto – está localizado a poucos quilômetros de distância da Reserva Extrativista Chico Mendes, uma das maiores unidades de conservação do país.

“Pecuária e exploração madeireira triplicaram no Acre”, diz pesquisador


Por Altino Machado
Do Terra Magazine/Blog da Amazônia

A editora da Universidade Federal do Acre (Ufac) lançou durante a semana, em Rio Branco, a segunda edição, em formato digital, do livro “(Des) envolvimento insustentável na Amazônia Ocidental”, de autoria do professor e pesquisador Elder Andrade de Paula.

Resultado de uma tese de doutorado defendida em fevereiro de 2003 na Universidade Federal do Rio de Janeiro, o livro pode ser considerado um divisor de águas no debate regional sobre sustentabilidade.