Leia manifesto de movimentos sociais, ambientais, estudantis, feministas, sindicais, das pastorais sociais e quebradeiras de coco sobre propostas de alterações do Código Florestal brasileiro.
Comissão Pastoral da Terra comemora decisão do STF que garante manutenção de Estação Ecológica, mas acusa dificuldades em garantir que grileiros não retornem às propriedades.
Oswaldo Sevá, professor da Unicamp, alerta que copm a construção de Belo Monte, mais de vinte mil pessoas serão expulsas de suas moradias. Altamira se tornará uma cidade cercada pelo seu próprio esgoto, com inundações cada vez mais calamitosas e putrefatas.
Cerca de 30 mil indígenas e camponeses da Amazônia equatoriana movem processo contra a petroleira Chevron-Texaco. Estão em questão uma das maiores tragédias ambientais do século 20 e uma indenização de 27 bilhões de dólares.
Justiça suspendeu a licitação para exploração econômica da Floresta Nacional Saracá-Taquera, na região oeste do Pará. Agentes do Serviço Florestal facilitavam a exploração de áreas de quilombolas por madeireiras.
Entidades, instituições, organizações e movimentos sociais que compõem o campo democrático da sociedade brasileira promoveram, na última sexta-feira (29/01), um ato público em defesa do Código Florestal e da Reforma Agrária que lotou a Câmara Municipal de Ribeirão Preto.
Entidades e movimentos sociais que compõem o campo democrático da sociedade brasileira promovem um ato público em defesa do Código Florestal e da Reforma Agrária na próxima sexta-feira (29/1), às 9h, na Câmara Municipal de Ribeirão Preto.
O MST do Pará esclarece que não tem nenhuma fazenda ocupada no município de Tailândia, como afirma a reportagem da Revista Veja “Predadores da floresta” nesta semana. A Veja continua usando seus tradicionais métodos de mentir e repetir mentiras contra os movimentos sociais para desmoralizá-los, como lhes ensinou seu mestre Joseph Goebbels. Leia a nota.
O Incra vai desapropriar a fazenda Escalada do Norte, localizada no município de Rio Maria, no sudoeste do Pará, em razão de graves danos ambientais. A área tem 14,8 mil hectares e capacidade para assentamento de 290 famílias de trabalhadores rurais.
Moradores do município paraense de Prainha que estavam acampados às margens do rio Uruará sofreram um atentado no último domingo (3/1). Eles protestam desde novembro contra a retirada ilegal de madeira.
