Frente Brasil Popular condena violência e uso de Forças Armadas

Em nota, movimentos associam a forte repressão à fraqueza do governo golpista.

 

 

Da Página do MST

 

A Frente Brasil Popular se posicionou através de uma nota, no início da noite desta quarta-feira (24), sobre a brutal violência orquestrada pela polícia contra manifestantes que realizavam o “OcupaBrasília, por eleições diretas e se opondo às reformas trabalhista e previdenciária.

Para a FBP, segundo a nota, esta é a expressão da própria derrocada e fragilidade do Governo golpista de Temer. “O uso das Forças Armadas, de bombas de gás lacrimogêneo e bala de borracha demonstra a atual fraqueza do governo de Michel Temer e seus aliados”, alega o texto.

A Frente critica ainda o uso das Forças Armadas, qu “rebaixaram o seu papel”, e levanta a suspeita de que havia infiltrados na manifestação para promover o confronto.

Confira na íntegra:

Nota da Frente Brasil Popular

A Frente Brasil Popular repudia veementemente o uso de repressão policial e das Forças Armadas que agrediu milhares de brasileiros e brasileiras dentre os 200 mil que participaram da Marcha da classe Trabalhadora, organizada com unidade de todas as centrais sindicais e com a participação das Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo.

O uso das Forças Armadas, de bombas de gás lacrimogêneo e bala de borracha demonstra a atual fraqueza do governo de Michel Temer e seus aliados, ainda mais instável após as inúmeras denúncias de corrupção que envolvem o próprio presidente.

As Forças Armadas rebaixaram o seu papel ao servir instrumento político de um governo moribundo. Atacou indiscriminadamente dezenas de milhares de brasileiros/as, quando alguns poucos se infiltram em nosso movimento pacífico para promover o enfrentamento.

Sem forças, sem apoio popular e vendo sua base golpista pular do barco, Temer criminaliza e persegue os movimentos sociais.

Fomos às ruas hoje para exigir a saída do presidente, eleições diretas e a retirada das reformas da previdência e trabalhista e serão as ruas os nossos espaços sociais de luta até a derrubada de Temer e sua pauta de retirada de direitos.

“DiretasJá “ForaTemer “ContraAsReformas