
Apresentação
O Novembro Negro é mês de resistência, conscientização e lutas pela igualdade racial. Ao longo deste mês, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) promove uma série de atividades repletas de vida e cultura — debates, oficinas e manifestações que celebram a riqueza da história negra no Brasil. Neste especial, você vai encontrar fotos, vídeos, artigos e reportagens que mostram como a questão racial se entrelaça com a luta por terra, territórios e ancestralidades no Brasil e no mundo.
O Coletivo Étnico-Racial Sem Terra, formado a partir do Grupo de Estudos Terra, Raça e Classe, tem como objetivo central aprofundar o debate sobre as intersecções entre a Questão Agrária e a Questão Racial no Brasil. Por meio da formação política, da comunicação popular e de ações culturais, o Coletivo busca contribuir para uma compreensão crítica dessas relações, fortalecendo a consciência racial no interior do MST e nos territórios Sem Terra e contribuindo para a construção de uma sociedade emancipada e antirracista, onde a terra, o trabalho e a dignidade sejam direitos de todo o povo brasileiro.
Notícias
Grande poeta, mulher negra, que com coragem e sensibilidade, enfrentou o preconceito contra as mulheres e plantou versos em meio à dor, que ainda brotam luz e inspiram
Seminário contou com mesas temáticas que abarcaram os falares africanos, a matripotência das mulheres negras, políticas públicas de fomento à cultura e preservação da memória dos povos tradicionais e de terreiro, educação afrocentrada, infâncias, juventudes, ancestralidade, questão funerária, identidade, justiça climática e racismo ambiental
Atividade na ENFF com a presença de mais de 50 organizações abolicionistas, marca momento importante na construção do antirracismo popular e ampliação de interlocução com movimentos sociais nacionais e internacionais
No centenário de Milton Santos, artigo reflete como a ideia de lugar fortalece acampamentos e a defesa da agroecologia no campo
Evento destaca a diversidade religiosa e cultural presente no Movimento, com a oferta de alimento sagrado na tradição dos povos de terreiro
A Assembleia Geral das Nações Unidas reconheceu o tráfico transatlântico como o maior crime contra a humanidade. Para o Brasil, país que recebeu mais africanos escravizados do que qualquer outro no mundo, a decisão exige uma resposta muito além do discurso diplomático
Do campo à periferia, a literatura infantil antirracista chega para contar às crianças negras sobre a beleza da diversidade
“A liberdade não é um princípio abstrato, mas um lugar. Um território a ser disputado”
Vindas de diferentes estados do Brasil, as mulheres Sem Terra marcaram presença no momento histórico na luta por reparação e bem viver
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Cartazes 2025
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