“Governos continuam indiferentes ao aquecimento do planeta”

Da Página do MST

Veja a declaração da Via Campesina sobre os resultados da Conferência do Clima em Cancún.

“Os governos continuam indiferentes frente ao aquecimento do planeta e em vez de debater sobre as mudanças de políticas necessárias para o resfriamento, debatem sobre o negócio financeiro especulativo, a nova nova economia verde e a privatização dos bens comuns”, afirma a declaração.

Via Campesina defende “desmontar” mercados de carbono


Da Via Campesina Internacional

Uma idéia sobressaiu durante a abertura e o desenvolvimento dos trabalhos durante o primeiro dia do Fórum Global “Pela Vida e a Justiça Ambiental e Social”,da Via Campesina: é necessário desmontar os mercados de carbono e o programa REDD que os governos pretendem legitimar na COP16 (Cúpula do Clima da Organização das Nações Unidas).

A Via Campesina e organizações aliadas montaram um acampamento em Cancún, paralelamento à reunião da COP-16.

Agronegócio está angustiado com a COP 16


Por Edélcio Vigna
Assessor do Inesc

A cobrança da fatura dos financiamentos de campanha está chegando mais cedo. A dificuldade de votar o Código Florestal, na Câmara dos Deputados, está aborrecendo os setores do agronegócio.

Os grandes produtores, madeireiros, usineiros, empresas agroquímicas e alimentares, os grandes frigoríficos e setores do capital financeiro que apoiaram diversos parlamentares nas eleições de 2010 avaliam que as alterações na composição da Câmara para o próximo mandato poderão mudar o cenário favorável ao agronegócio.

Cancún: da terra à lua


Por Silvia Ribeiro
Pesquisadora do Grupo ETC.
Em La Jornada

Há uma semana, representantes de governos de todo o mundo estão reunidos em um bunker de super luxo chamado Moon Palace (Palácio da Lua), supostamente para discutir as mudanças climáticas.

“Hidroelétrica não é energia limpa”, alerta MAB


Por Vinicius Mansur
De Cancún (Mèxico)

Entre as diversas propostas apresentadas na COP 16 – conferência da ONU sobre mudanças climáticas – que visam a combater a crise ambiental incrementando grandes negócios, o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) do Brasil atacou aquelas que defendem as hidroelétricas como energia limpa.