No berço de sua origem, Sem Terra comemoram 30 anos de MST no Paraná

Da Página do MST

No berço da sua origem e carregado de poesia, música, simbologia, estudo e planejamento, o MST reuniu, em Cascavel, no Paraná, cerca de 250 pessoas durante o encontro da coordenação estadual do Movimento, entre os dias 9 a 12 de dezembro. 

Durante o ato de encerramento, realizado na sexta-feira (12), ocorreu o espaço de confraternização e comemoração dos 30 anos do MST.

Mostra de Artes revive a história de 30 anos do MST

Por Juliana Adriano
Da Página do MST

Fotos: Juliana Adriano

Por questões óbvias, as atuais crianças e os jovens camponeses de Santa Catarina não puderam vivenciar a histórica ocupação da Fazenda Papuã, em Abelardo Luz, no dia 25 de maio de 1985, a primeira realizada pelo MST depois de sua criação formal. 

MST é homenageado em sessão solene na Câmara dos Vereadores em Natal

 

Da Página do MST  

Na última quarta-feira (14), o MST recebeu homenagem em audiência pública na câmara de vereadores em Natal (RN) pelas comemorações dos seus 30 anos de luta e resistência. 

A audiência foi articulada pelo vereador George Câmara (PCdoB), e contou com a participação de representantes do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/RN) e da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), além do MST.

Saul Leblon: MST, o que o faz necessário

Por Saul Leblon
Da Carta Maior

No percurso dos seus 30 anos, o MST não pode ser acusado de benevolência com qualquer  governo, nem mesmo com o atual, do PT – alvo, não raro, da contundência de seu apoio crítico.

A manifestação de 15 mil pessoas que o movimento promoveu  esta semana, em Brasília, simultânea ao seu VI Congresso, tampouco  sancionou  a facilidade com que a  emissão conservadora tem usado a rua, desde junho de 2013, para propagandear a sua própria agenda.

Bernardo Mançano: MST 30 anos, da terra à comida


Por Bernardo Mançano
Na Carta Capital

As três décadas de existência do MST são um excelente indicador da democracia brasileira. Movimentos camponeses não sobrevivem aos regimes ditatoriais. A existência do campesinato só é possível nas sociedades democráticas porque este sujeito político está constantemente reivindicando o direito de ser ele mesmo, enquanto o sistema político quer transformá-lo em trabalhador assalariado. Ao não aceitar este destino definido pelo capitalismo, os camponeses são considerados subversivos.