No México, desapropriação de comunidades para o agronegócio


Por Víctor M. Quintana S.*

No México, o que está em jogo nestes dias e nestes meses com relação ao cam­po não é somente um projeto de mais seis anos de reformas no meio rural, é a imposição de um modo civilizatório que contribui para o aquecimento global, prejudica a sociedade e tenta impedir o surgimento de uma alternativa humanis­ta dessa mesma sociedade.

1. Esgota-se fase do neoliberalismo

MST recebe medalha de gratidão do Grupo Interparlamentar França-Brasil

Da Página do MST

Na tarde desta quarta-feira (4), o MST junto a Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) recebeu parlamentares franceses representantes do Grupo Interparlamentar de Amizade França – Brasil. 

O grupo francês está no Brasil acessando informações em relação à questão agrária e energética, saúde pública e políticas de igualdade de gênero.

Terras apropriadas por investidores alimentariam 550 milhões de pessoas


Por Jéssica Lipinski
Da CarbonoBrasil

 

A apropriação de terras é uma prática controversa muito comum em países em desenvolvimento, na qual investidores adquirem – de forma ilegal ou não – terrenos nessas nações para a realização de grandes investimentos, geralmente agrícolas, com foco na exportação de alimentos e biocombustíveis. Mas um novo estudo aponta que essas terras poderiam alimentar milhões de pessoas se fossem de propriedade das populações locais.

Mercado verde, madeiras de sangue


Por Felipe Milanez
Do blog do Felipe Milanez

O Greenpeace lançou, há alguns dias, uma nova campanha contra a extração predatória de madeira na Amazônia. Dessa vez, a investigação foi bem além do impacto ambiental evidente que cortar árvores produz na mata. Mostrou como essa economia extrativa não apenas saqueia matéria prima da Amazônia como também alimenta um dos principais mecanismos de corrupção e violência no Brasil.

No Paraguai, 2% detêm 80% das terras


Por Brais Benítez
Da La Marea

Grandes plantações de soja que expulsam os camponeses do campo para os bairros pobres da periferia das cidades ou para a emigração. Partilha das terras para empresários e políticos ligados à ditadura. Pagamento quase inexistente de impostos por parte dos grandes latifundiários. Este é o panorama traçado pelo diretor de Oxfam Intermón, no Paraguai, Óscar López, que afirma que “em termos de monopolização da terra temos provavelmente o índice mais alto: 2% dos proprietários acumulam 80% das terras no Paraguai”.