Campanha mais cara da história acirra debate sobre reforma política


Do Brasil 247

Com gastos totais de R$ 5 bilhões, a campanha eleitoral de 2014 foi a mais cara da história, ultrapassando em 2% a de 2010, que, diferentemente do pleito deste ano, tinha o dobro dos cargos ao Senado em disputa. Os números foram obtidos pelo jornal Folha de S. Paulo após levantamento nas prestações de contas de todos os candidatos em disputa, eleitos e derrotados.

A maior bancada do Congresso não será de um partido; será da JBS

 

Da Página do MST

Com doações milionárias às campanhas de parlamentares, setores do agronegócio, mineração e bancos controlam a maioria dos parlamentares da Câmara eleitos em 2014. 

O Congresso eleito em 2014 é considerado um dos mais conservadores desde a redemocratização do Brasil. Fato que contribuiu para isto foram as massivas doações de empresas às campanhas de parlamentares. 

Reeleita, Dilma acena para os movimentos e promete reforma política

Da Radioagência Brasil de Fato

Reeleita para governar o Brasil pelos próximos quatro anos, a presidenta Dilma Rousseff (PT) assumiu compromisso com a reforma política a partir de um plebiscito popular. A vitória eleitoral por 51,64% dos votos foi confirmada na noite deste domingo (26) pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e reconhecida pelo oponente, senador Aécio Neves (PSDB).

Mesmo lembrado oito vezes, Aécio não assina carta contra Trabalho Escravo

 

Da Repórter Brasil
Leonardo Sakamoto

 

A Carta-Compromisso contra o Trabalho Escravo encerrou, nesta segunda (20), a campanha para coleta de assinaturas de candidatos à Presidência da República e aos governos estaduais. Dilma Rousseff (PT) endossou o documento, renovando a promessa de que o tema será prioridade em sua gestão. A campanha de Aécio Neves (PSDB) recebeu o documento no dia 27 de agosto e, desde então, foi lembrada oito vezes, mas não enviou a assinatura.

Ruralistas esvaziam debate ambiental

 

Por Deutsche Welle

 

De mãos atadas pela bancada ruralista em alguns temas, Aécio Neves (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) travam poucos debates sobre meio ambiente e evitam firmar grandes compromissos. Ainda que de forma tímida, temas como demarcação de terras indígenas e incentivo à conservação de florestas estão em seus planos de governo, mas têm poucas chances de avançar no Congresso.

Neste sábado, juventude sai às ruas contra onda conservadora em São Paulo



Da Página do MST

Neste sábado (11), diversos movimentos sociais de cultura, juventude, negro, realizam uma atividade no centro de São Paulo contra o avanço do conservadorismo demonstrado no primeiro turno dessas eleições.

A atividade chamada de Levante das Cores traz o lema Contra o conservadorismo, a resistência brota das ruas, e contará com diversas atrações culturais, artísticas e políticas no Largo do Arouche, a partir das 15h.

Como Serra em 2010, Aécio não assina compromisso contra trabalho escravo


Por Renato Brandão
Da RBA

 

O candidato Aécio Neves, do PSDB, ainda não se pronunciou sobre a carta-compromisso contra o trabalho escravo contemporâneo, documento idealizado pela Comissão Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo (Conatrae), vinculada à Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, que visa a que os futuros governantes assumam como prioridade a questão.

Sem Terra é eleito deputado federal em Sergipe

Por Comunicação MST Sergipe
Da Página do MST

Natural de Santa Catarina, filho de pequenos agricultores, João Daniel (PT) nasceu em 1967. Aos 17 anos, iniciou sua trajetória de luta atuando pela Pastoral da Juventude, e há cerca de 20 anos chegou em Sergipe com a tarefa de ajudar na fundação do MST no estado. 

Stedile analisa o atual momento político e as perspectivas das lutas


Da Carta Maior

O gaúcho João Pedro Stédile, 60 anos, um dos fundadores e principal dirigente do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), não tem dúvida quanto aos números que vai digitar na cabine eleitoral neste domingo.

Suas certezas, porém, como as de muitos no campo progressista, estão longe de significar um cheque em branco aos escolhidos.

Democracia em crise: a chantagem do agronegócio


Por João Fellet
Da BBC Brasil

Responsável por uma fatia cada vez maior da economia brasileira, o setor nunca esteve tão presente nos discursos, agendas e alianças dos candidatos que lideram a corrida presidencial.

Dilma Rousseff (PT), Marina Silva (PSB) e Aécio Neves (PSDB) têm se reunido com representantes do segmento de olho em doações para suas campanhas, no poder do grupo em influenciar votos e na sua força no Congresso.

Debate da CNBB vai focar nas Reformas Agrária e Política

Da Página do MST

A Conferência Nacional dos Bispos no Brasil (CNBB) reúne nesta terça-feira (16) os candidatos à Presidência da República para um debate em Aparecida, município do interior de São Paulo onde fica o Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida.

O evento, que começa às 21h30, está sendo organizado pela TV Aparecida e deverá ser transmitido também por outras oito TVs católicas, 230 rádios e por sites ligados à Igreja. 

Nelson Padovavi, o ferrenho candidato ruralista anti-indígena

Da Página do MST

162 deputados e 11 senadores. Essa é a maior bancada do Congresso Nacional, conhecida como Bancada Ruralista, sob a sigla de Frente Parlamentar da Agropecuária.

Agora, na atual corrida eleitoral, são 12 o número de candidatos dessa bancada que procuram a reeleição, e que a Página do MST traz um pouco sobre o histórico de cada um e suas principais políticas no parlamento brasileiro.

Moreira Mendes, o ruralista que quer derrubar o conceito de trabalho escravo

Da Página do MST

Nessa época de eleições, a Página do MST inicia uma série de reportagens com informações sobre os candidatos da bancada ruralista que buscam se reeleger, mostrando o que estes políticos tem feito para beneficiar os grandes proprietários de terras e o agronegócio no Brasil, ao mesmo tempo em que criminalizam as lutas sociais. 

Deputado Moreira Mendes (PSD / RO)

Por que não votar nos ruralistas?

Da Repórter Brasil

A organização 350.org lançou nesta semana a campanha “não vote em ruralista“, que pretende chamar a atenção o papel que parlamentares da Frente Parlamentar da Agropecuária, a chamada Bancada Ruralista, têm desempenhado no Congresso Nacional. 

“Temos que politizar o debate e por o sistema político contra a parede”

 

Por José Coutinho Júnior
Da Página do MST

O período eleitoral se aproxima. Após as mobilizações ocorridas em junho de 2013, o Brasil vive um processo de mobilizações populares que questionaram diversas vezes o fazer político tradicional. 

“As mobilizações mostraram que o povo quer ter mais voz ativa no rumo do país, e o sistema político brasileiro não dá conta dessas transformações; pelo contrário, tem cumprido um papel de barrar e dar lentidão às mudanças”, afirma Miguel Stedile, da coordenação nacional do MST.

Confira a entrevista de Stedile à Telesur sobre o apoio dos movimentos a Maduro


Da Página do MST

Confira a entrevista de João Pedro Stedile, da coordenação nacional do MST, para a Telesur sobre as eleições venezuelanas e o apoio a Nicolás Maduro.

Disse estar na Venezuela para demonstrar o apoio dos movimientos sociais brasileiros que têm uma articulação a nível continental, desde o Canadá até a Patagonia, e que querem construir um projeto de liberação e integração entre os movimentos sociais desde a ALBA, inspirado no processo Bolivariano de Venezuela.

Contra a volta da repressão e pela Reforma Agrária, MST apoia Ana Júlia


Por João Márcio
Da Página do MST

O cientista político da Universidade Federal do Pará (UFPA), Cloves Barbosa, faz uma ressalva diante da disputa do segundo turno para governador, no estado paraense, onde Simão Jatene (PSDB) enfrenta a petista Ana Júlia (PT). “O PT, embora não vá fazer uma revolução tem mais elementos populares, que se voltam a políticas públicas no campo, enquanto o PSDB governa totalmente a favor da classe dominante do agronegócio”.

Lema para o segundo mandato será ‘nenhum direito a menos’

Da Agência Carta Maior
Por Verena Glass

Passadas as eleições e confirmada a vitória de Lula, os movimentos sociais, que deixaram para os momentos finais do pleito a declaração efetiva de apoio ao presidente – uma reação estratégica à dicotomia Lula-Alckmin transformada em explícito enfrentamento de classe -, iniciam agora um processo de avaliação política do que será o segundo mandato e de quais as perspectivas reais de emplacarem suas agendas e demandas.