5 de janeiro de 2023

Por que chegamos a Jair Bolsonaro? Uma disquisição histórico-filosófica

Artigo de Leonardo Boff traz reflexão: "Temos que tentar pensar por nós mesmos e nos perguntar numa atitude filosofante, vale dizer, que busca causas mais profundas que aquelas meramente analíticas das ciências: por que o Brasil chegou a este sinistro personagem histórico que contradiz qualquer racionalidade ética e política?"

MST começa o ano trancando rodovias federais no Mato Grosso do Sul


Por Karina Vilas Boas
Da Página do MST


O MST trancou as principais rodovias federais do Mato Grosso do Sul, desde a manhã desta segunda-feira (05/01), reivindicando ações imediatas pela Reforma Agrária Popular.

Participam da atividade de 150 a 300 assentados e acampados em cada ponto de bloqueio. As rodovias são a BR 163 (Trevo de Itaquiraí e Anhandui), BR 267 (Casa Verde) e BR 262 (Terenos).

Kátia Abreu, o latifúndio ainda existe, e está mais improdutivo



Por Igor Felippe
Do Escivinhador

A nova ministra da Agricultura, a senadora Kátia Abreu (PMDB), disse em sua primeira entrevista depois da nomeação, concedida a Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo (leia aqui) que não existe mais latifúndio no Brasil. Assim, ela sustenta que não é necessária uma Reforma Agrária em massa.

Projeto propõe erradicar o analfabetismo em áreas do MST na Bahia


Da Página do MST

A presença do analfabetismo entre jovens e adultos é consequência da desigualdade social existente em nosso país. Pensando nisto, neste sábado (10/01) o Assentamento Bela Manhã, localizado no município de Teixeira de Freitas, na região do extremo sul baiano, sediará a aula inaugural do Projeto de Educação de Jovens e Adultos “Sim, eu Posso”.

O projeto é inspirado no método cubano de alfabetização e se organiza a partir de tele-aulas mediadas por um educador que auxiliará no processo educativo, propondo alfabetizar em três meses.

As experiências de produção e vida no assentamento Vitória



Por Luiz de Carvalho
Do Diário do Paraná

Coletividade, eficiência e método. Estas são as palavras que norteiam o trabalho e a vida na Cooperativa de Produção Agropecuária Vitória (Copavi), criada há 21 anos por 20 famílias em um assentamento do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) ao lado da área urbana de Paranacity (a 74 quilômetros de Maringá), e levaram o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e o MST a considerá-la uma experiência bem-sucedida de reforma agrária.