Mês setembro 2026

Fábio Almeida – 1300

Fábio Almeida é militante do MST, iniciou sua vida de militância no movimento estudantil, exercendo no ano de 1997 a presidência do DCE da UFRR.
Passou pelo movimento sindical e exerce um papel de apoio ao movimento de catadores e catadoras de material reciclável em Roraima.
No MST/RR atua no processo de formação e no setor de cultura, desde o ano de 2019.
Disputou o governo do estado de Roraima nos anos de 2018 e 2022, apresentando um programa popular de transformação da realidade de exclusão social e econômica do estado de Roraima.
A produção de alimentos e o programa de reforma agrária popular possuem papel central na candidatura de Deputado Federal, com o número 1300, no estado de Roraima.

Marcon – 1355

Marcon, assentado do MST e integrante da COOPAN,
foi deputado estadual por três mandatos. Deputado
Federal desde 2010, implementou o Orçamento
Participativo e apresentou mais de 180 projetos.

Vânia do MST – 1333

Vânia do MST é professora e, há mais de 30 anos, luta ao lado do povo do Maranhão e de
trabalhadores e trabalhadoras do campo pela conquista da terra, pela educação e por
melhores condições de vida.
Nascida na comunidade de Canafístula, no interior da Paraíba, Vânia cresceu em uma
família pobre, negra e camponesa, sem-terra. Ainda menina, nos anos 1970, percebeu que
as condições de vida das pessoas ao seu redor eram marcadas pela pobreza e pela
desigualdade.
Aos 17 anos, em 1987, conheceu o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST),
na Paraíba, em um período marcado pela violência e pelos assassinatos de camponeses.
Mesmo diante daquele cenário, não recuou. Ao contrário, decidiu engrossar as fileiras de
homens e mulheres que lutavam contra a concentração da terra e as desigualdades sociais
no Brasil.
A partir daí, passou a percorrer o país, participando de ocupações de terra e da luta pela
reforma agrária. Contribuiu para a organização e a formação do MST em diferentes estados
do Nordeste, ajudando a construir escolas, casas e iniciativas capazes de garantir alimento
e dignidade a famílias que não tinham nada.
Atualmente, morando em Imperatriz, na região Tocantina, Vânia do MST se destaca pelo
trabalho de formação da juventude do campo e das periferias, pela atuação nos debates de
gênero e raça e, sobretudo, pela sua trajetória como professora e militante da reforma
agrária e da agroecologia.
Vânia não promete fazer. Vânia se organiza com o povo, luta e conquista.
O Brasil precisa de gente assim em Brasília: gente do povo, trabalhando pelo povo e em
defesa da educação, da reforma agrária e da agroecologia.
Alô, Maranhão! No dia 4 de outubro, é Lula presidente, 13, e Vânia do MST, deputada
federal, 1333. Confirma!

Valmir Assunção – 1310

Valmir Assunção (PT-BA), deputado federal e
fundador do MST no estado, foi o primeiro negro na
direção nacional. Autor da lei do feriado nacional da
Consciência Negra e do Estatuto da Igualdade Racial
baiano, luta pela reforma agrária e contra o racismo.

Ruth Venceremos – 1361

Ruth Venceremos é drag queen, produtora cultural, educadora, ativista e militante da
reforma agrária, da defesa da população LGBTQIA+, da luta antirracista e do Partido dos
Trabalhadores (PT).
Formada em Pedagogia pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Ruth é
militante do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e integrante do
movimento LGBTQIA+.
Ruth vem de uma família do sertão de Pernambuco, com outros 14 irmãos. Começou a
trabalhar ainda na infância, aos 10 anos de idade, para ajudar a família. Aos 13 anos,
ingressou no MST, quando sua família passou a integrar o assentamento Santa Maria da
Boa Vista, em Pernambuco.
Desde então, Ruth procura aliar militância, educação e cultura, tanto na luta pela reforma
agrária quanto no combate à LGBTfobia. A partir de 2015, durante o primeiro Seminário
MST e Diversidade Sexual, realizado na Escola Nacional Florestan Fernandes, passou a
utilizar o nome social Ruth Venceremos, inicialmente como personagem e, posteriormente,
como nome social.
Em 2018, junto de companheiras e companheiros, fundou o Coletivo LGBT Sem Terra. Por
meio de cursos de formação e performances artísticas realizadas dentro e fora do MST, o
coletivo busca conscientizar a sociedade sobre a violência, a exclusão e a invisibilidade
enfrentadas pela população LGBTQIA+.
Ruth integra o Coletivo LGBT do MST e é cofundadora e diretora do Distrito Drag, coletivo
de artistas transformistas de Brasília. Também é produtora do Bloco das Montadas,
considerado o maior bloco LGBTQIA+ do Carnaval de Brasília, eleito duas vezes o melhor
bloco de Carnaval de Brasília pelos leitores do Correio Braziliense.
Entre janeiro e março de 2023, Ruth foi assessora de diversidade da Secretaria de
Comunicação Social da Presidência da República.
Filiada ao Partido dos Trabalhadores (PT), Ruth Venceremos segue articulando sua atuação
política, cultural e educacional em defesa da reforma agrária, dos direitos da população
LGBTQIA+, da luta antirracista e da transformação social.
Em 2026, Ruth Venceremos é candidata a deputada federal pelo Distrito Federal. Sua
candidatura se apresenta como uma candidatura da diversidade, da reforma agrária e da
agroecologia, com um olhar para o século XXI. A defesa da classe trabalhadora é uma de
suas principais marcas.
Em Brasília, quem vota 13 para o Partido dos Trabalhadores vota Ruth Venceremos,
número 1361, para deputada federal. Lula presidente, 13. Verde e confirme.

Rosa Amorim – 1303

Rosa Amorim nasceu na zona rural de Caruaru, no Agreste pernambucano, e faz parte de
uma primeira geração de assentados que nasceu dentro da própria área conquistada pela
luta pela terra. Cresceu acompanhando de perto a organização e as lutas do movimento.
Aprendeu, a partir das lutas de seu assentamento — palco de uma das mais simbólicas
batalhas do MST em Pernambuco —, que ocupar vai muito além de ocupar espaços físicos:
significa conquistar direitos, construir alternativas e transformar a realidade.
Ainda em Caruaru, Rosa passou a integrar os movimentos culturais da cidade. Alinhada aos
ideais feministas, foi uma das precursoras da Marcha Mundial das Mulheres em
Pernambuco. Também participou do movimento estudantil desde o ensino secundário,
tornando-se referência no Levante Popular da Juventude e na União Nacional dos
Estudantes (UNE), onde integra a diretoria de Cultura.
Mulher preta, lésbica e de luta, Rosa Amorim é uma defensora da reforma agrária, da
agroecologia e de um Brasil soberano. Sua atuação também está marcada pelo combate ao
machismo e à LGBTfobia, pela defesa do meio ambiente e pelo enfrentamento à fome e à
pobreza.
Como deputada estadual, levou para a política institucional as pautas e lutas dos
movimentos populares, atuando na defesa do meio ambiente e no combate à fome. Agora,
ao se lançar candidata a deputada federal por Pernambuco, Rosa pretende representar um
projeto popular construído a muitas mãos: um projeto que entende a terra como um direito
das trabalhadoras e dos trabalhadores rurais, que defende alimento sem veneno e
reconhece na agroecologia uma forma sustentável de produzir e levar saúde às mesas das
famílias do campo e da cidade.
Além de contribuir para derrotar o fascismo, sua candidatura nasce da defesa de um Brasil
mais justo, soberano e comprometido com aqueles que vivem do trabalho.
Já toma nota para não esquecer: em Pernambuco, meu apoio vai para Rosa Amorim, 1303,
candidata do MST a deputada federal.
No dia 4 de outubro, já sabe: é Rosa Amorim, 1303, para deputada federal!

João Daniel – 1311

João Daniel (PT-SE), com quatro décadas de
militância no MST, exerce seu terceiro mandato como
deputado federal. Ex-presidente estadual da sigla,
dedica seu mandato à reforma agrária e políticas
públicas para o campo.

Nelson Grasselli – 13690

Militante histórico pela reforma agrária, prefeito de
Pontão por 4 mandatos e superintendente do INCRA/
RS (2023-2025), onde beneficiou 12 mil famílias e incluiu
quilombolas. Hoje, representa a agricultura familiar e
minorias na Assembleia Legislativa.

Tijolão – 13615

Bacharel em Direito e militante do MST, coordenou
a proteção de defensores e ambientalistas na
Amazônia. Atualmente, coordena o fórum de combate
aos impactos dos agrotóxicos em Rondônia.

Missias do MST – 13123

Missias do MST (PT-CE), deputado estadual e
militante histórico, defende a reforma agrária e a
justiça social. Seu mandato prioriza a agricultura
familiar, alimentos saudáveis e tecnologias para o
campo nordestino

Marina do MST – 13713

Marina do MST (PT-RJ), deputada estadual,
assistente social e mestre em Desenvolvimento.
Militante histórica com atuação na Via Campesina,
foca no combate à fome, agroecologia e defesa das
mulheres negras.

Jessy Dayane – 13713

Jessy Dayane é sergipana, mulher negra, filha de empregada doméstica e a primeira
pessoa de sua família a entrar na universidade. Desde cedo, entendeu que a organização
coletiva é uma forma de conquistar direitos e de permitir que os mais pobres também façam
política.
Sua trajetória de militância começou ainda no movimento estudantil secundarista. Aluna do
Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Sergipe (UFS), Jessy iniciou sua
participação política na luta pelo passe livre. A porta de entrada no movimento estudantil se
deu, concretamente, por questões econômicas. “A minha conquista foi pela barriga”, brinca.
Foi nesse período que entendeu que, com o passe livre, não precisaria “gazear” aula e teria
mais dinheiro para o lanche.
Do movimento estudantil secundarista para a vida universitária foi um pulo. Jessy ingressou
no curso de Serviço Social da Universidade Federal de Sergipe. Na universidade, também
conheceu a agroecologia por meio de um grupo de extensão interdisciplinar, no qual se
discutia outro modelo de produção agrícola e de produção da vida, com uma relação mais
humana no campo, sem agrotóxicos e mais saudável.
A aproximação com a agroecologia também a levou ao contato com o Movimento dos
Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e com o Movimento dos Pequenos Agricultores
(MPA).
Em 2017, durante o 55º Congresso da União Nacional dos Estudantes (CONUNE), Jessy foi
eleita vice-presidente da UNE. Sua trajetória, portanto, vai da luta estudantil à
vice-presidência da entidade nacional que representa os estudantes brasileiros.
Jessy Dayane é militante e integrante da coordenação nacional do Levante Popular da
Juventude. Sua trajetória também passou pela Secretaria Nacional Adjunta de Juventude e
pelo Governo Federal, até sua atuação nos territórios do MST.
Jessy se formou em Direito e fez mestrado em Segurança Pública na Fundação Getulio
Vargas (FGV). Atualmente, leva para a política os aprendizados construídos ao longo de
sua trajetória: organizar, cuidar e não largar a mão de ninguém.
Chegou a hora e a vez das mulheres na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo
(Alesp). Quem vota Lula presidente, vota Jessy Dayane deputada estadual, 13713,
candidata da reforma agrária, da agroecologia e do protagonismo político das mulheres
negras.

Bruno Pedralva – 13321

Bruno Pedralva, médico de família e vereador em
Belo Horizonte desde 2023. Sindicalista e militante
do MST, atua na defesa do SUS, dos direitos dos
trabalhadores e da agroecologia

Camilo Daniel – 13000

Camilo Daniel, militante do MST e presidente do PT
de Aracaju, é vereador reeleito. Com histórico na luta
pela terra e moradia, seu mandato defende direitos
humanos, alimentação saudável e faz oposição à
gestão municipal.

Antônio Marcos – 13333

Antonio Marcos, militante do MST em Tecantins e
bacharel em Direito, é filho de camponeses do Bico
do Papagaio. Secretário Agrário do PT e suplente,
atualmente é pré-candidato a Deputado Estadual.

Adão Pretto – 13655

Adão Pretto Filho (PT-RS), deputado estadual,
defende o direito à terra e combate a violência de
gênero. Preside a Comissão de Direitos Humanos
da Assembleia e coordena a Frente de Homens pelo
Fim da Violência contra a Mulher.

Pablo do MST — 13700

Pablo Neri é LGBT e desenvolveu sua militância
especialmente com a juventude e organização dos
territórios camponeses na Amazônia paraense.
Assentado da reforma agrária no Pará, é militante do
MST desde os 12 anos.

Alfabetizar é organizar, é lutar, é transformar

Neste Dia Internacional da Alfabetização, saudamos todas e todos que fazem parte da Campanha de Alfabetização Fred M’Membe, construída na Zâmbia com a solidariedade internacionalista do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra