Jornada Nacional de Lutas mobiliza 62 mil Sem Terra em 18 estados do país

Além da Reforma Agrária, agenda de ações pauta a luta pela democracia, contra o golpe e o fim da violência no campo.

Além da Reforma Agrária, agenda de ações pauta a luta pela democracia, contra o golpe e o fim da violência no campo.

O Mato Grosso é o coração do agronegócio brasileiro, com suas propriedades a perder de vista a se ampliarem ano a ano, invadindo a floresta, reservas indígenas, áreas de proteção natural e lavouras de pequenos agricultores.

Esse trabalho foi um dever dos movimentos sociais e dos militantes destes para mostrar à sociedade um momento histórico do país, que os órgãos oficiais do Estado tenta apagar.

Durante os dias de estudo, os trabalhadores denunciaram o agronegócio como um projeto que expulsa os povos e comunidades camponesas, destruindo o meio ambiente e gerando segregação social.

“A formação constante e os intercâmbios de experiências ajudarão no fortalecimento dessas práticas, além de proporcionar a conscientização e apropriação desses por outras famílias”.

“Precisamos estabelecer um diálogo direto com a sociedade e apontar as contradições do modelo de produção do agronegócio", disse Valmir de Oliveira.

A fala foi feita durante a coletiva de imprensa realizada em São Paulo, em que foi apresentado balanço crítico do atual momento político e as perspectivas do Movimento para o próximo período.

Confira a Carta de Caruaru, em que o MST apresenta o balanço crítico do atual momento político e as perspectivas para o próximo período.

“O latifúndio destrói, o estado faz a guerra. O sangue da favela também é sangue Sem Terra”, foi o grito de ordem que deu o tom de unidade política à juventude.

Partindo da análise da conjuntura complexa em que se encontra a sociedade e, particularmente, as forças de esquerda, assim como da memória de conquistas das lutas de 2015, os militantes traçaram o cronograma de visitas às agrovilas e casas.

Que passos daremos em 2016 para avançarmos na luta pela Reforma Agrária? Essa foi uma das perguntas que norteou o 28º Encontro Estadual do MST na Bahia, que se encerrou na tarde desta quarta-feira (13).

Os participantes também refletiram sobre a inserção de todos os sem terra neste novo período da luta de classes.

O Trabalho coletivo durante o 28º Encontro Estadual do MST cumpre o objetivo de potencializar as forças das famílias Sem Terra por meio da distribuição de tarefas para a execução de atividades.

O debate ocorreu na 1º Roda de Conversa realizada durante o 28º Encontro Estadual do MST na Bahia.

Encontro reuniu cerca de 400 jovens de toda região da Bahia.

Cerca de 500 Sem Terra participam do encontro regional do extremo sul da Bahia.

Como instrumento de diálogo com a sociedade, foi lançada a “Carta Política da Juventude Camponesa da Bahia”, que sistematizou os debates e afirmou posicionamentos políticos.

O encontro teve o objetivo de debater os desafios encontrados pelos trabalhadores no processo de organização e de luta contra o modelo de produção do agronegócio.

A produção agroecológica é uma realidade que os donos do poder - os mesmos que comandam a produção de commodities - fazem de tudo para não dar visibilidade

Para marcar o dia internacional de luta pelo fim da violência contra a mulher, o MST realiza uma Semana de debates sobre o tema no campo.

As provocações foram firmadas durante encontro da Brigada Dandara no baixo sul da estado que propôs analisar o atual cenário político e agrário do país.

“É nessa terra cheia de contradições que forjamos uma juventude disposta a continuar a história de Zumbi, Dandara e de todos e todas as lutadoras do povo”, declarou os jovens durante a intervenção.

Movimentos apostam na unidade para exigir outra política econômica e lutar contra o avanço do conservadorismo.

Reportagem conta a história da ocupação da Fazenda Annoni, realizada pelo MST há 30 anos, no Rio Grande do Sul.

Em 1985, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra se consolidava no Espírito Santo ao realizar sua primeira ocupação de terra.

Do café da manhã à janta, passando pelo almoço reforçado, a praça de alimentação funciona todos os dias onde as aproximadamente 15 cozinhas servem o melhor dos pratos regionais, tudo comercializado a preço justo.

Presidenta discursou no I Congresso do Movimento dos Pequenos Agricultores, realizado em São Bernardo do Campo; evento contou com a participação do ex-presidente Lula e diversos ministros.

Cerca de 4 mil camponeses se reúnem esta semana em São Bernado do Campo durante o 1° Congresso Nacional do MPA.

A cultura do MST vem sendo gerada desde antes da primeira cerca rompida pelo Movimento.

As disputas políticas tem ganhado relevância a partir da atuação dos advogados populares, comprometidos com a luta contra os grupos econômicos na utilização do Direito como ferramenta de luta política contra o povo organizado.

Alexandre Conceição, da coordenação nacional do MST, afirma que a reforma administrativa “é pura propaganda enganosa, porque cortar ministério não garante a economia de nem R$ 1”.

“Chamam de progresso, mas os lucros são privados e nos territórios ficam a doença e a devastação”, diz um dos moradores; “Já nos deram golpes e balas de borracha. Não me importo. Vou deixar a vida pelos meus filhos”, afirma outro.

Em artigo, José Antonio Moroni analisa o atual cenário do Congresso Nacional.

Em entrevista ao Brasil de Fato, Paola Estrada, uma das coordenadoras da Campanha pela Constituinte, aponta que Congresso não tem interesse em realizar uma reforma política que aprofunde a democracia no país.

Sistema Participativo de Garantia agora adotado possibilita que grupos de pequenos produtores organizem-se para autocertificação de alimentos.

A luta dos Sem Terra pela educação de jovens e adultos no campo pernambucano superou um histórico de exclusão.

A menos de dois meses da 5ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, população se prepara para levar pautas que promovam a garantia de alimentos saudáveis na região.

Dezenas de organizações, com representações de 22 estados, organizam articulação em defesa de uma saída à esquerda para a crise.

Articulação que envolve centenas de organizações realizará conferência nacional de lançamento, em Belo Horizonte, neste sábado (5).

Em artigo, a professora da UnB Clarice dos Santos, diz que o 2° ENERA deve celebrar a jornada percorrida e seguir denunciando as desigualdades e iniquidades profundas que persistem no campo.

Em artigo, jurista analisa o crescimento populacional, a demanda por alimentos e a necessidade de se mudar o modelo produtivo agrícola.

As mulheres camponesas receberam capacitação sobre a utilização de plantas medicinais, aromáticas e alimentícias, com farmacêutica e nutricionista.

Método cubano de alfabetização “Sim, eu posso!” transforma a realidade do povo cearense no campo e na cidade.

Sem Terra realizam seminário “O MST e a Diversidade Sexual”, e acreditam que a incorporação de lutas identitárias também faz parte do amadurecimento do Movimento.

No dia 20 de agosto, organizações sairão às ruas em defesa da democracia e contra o ajuste fiscal

Pauta da marcha, que vai se realizar nos próximos dias 11 e 12, deve reunir perto de 70 mil pessoas no estádio Mané Garrincha, em Brasília.

As Jornadas são parte de um processo de articulação que promovem a agroecologia e a luta permanente contra o projeto das empresa do agronegócio.

“Temos que manter a conscientização, a rebeldia, a desobediência e a conspiração para enfrentar o agronegócio", declamou José Maria Tardim.

Os educadores do campo reunidos no RS debateram os malefícios do uso do agrotóxico para a saúde humana e o meio ambiente.

Sua vida é tão espetacular que a coadjuvante prevista na biografia “Marighella: O guerrilheiro que incendiou o mundo'' (Companhia das Letras) virou co-protagonista. Que merece uma biografia só dela.

Documento entregue ao Papa Francisco foi elaborado no 2º Encontro Mundial de Movimentos Populares, na Bolívia.

Líder da Igreja Católica esteve reunido com militantes de 40 países, no 2º Encontro Mundial dos Movimentos Populares, em Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia.

Em entrevista, João Pedro Stedile, do MST, analisa o momento pelo qual passa a sociedade brasileira e aponta os desafios que os setores progressistas devem enfrentar.

Irregularidades e violações de direitos são tão frequentes que deixaram 7.822 funcionários da empresa doentes ou incapacitados para o trabalho nos últimos quatro anos.

Produção totalmente orgânica, Reforma Agrária, preservação florestal e moradia para os agricultores: como funciona o projeto agrícola alternativo do Sítio A Boa Terra.

Integrante do Movimento dos Atingidos por Barragens, Neudicléia de Oliveira apresenta o projeto que resgatou uma experiência feminista chilena em áreas afetadas por hidrelétricas no Brasil.

Em entrevista, Ana Maria Araújo Freire, fala sobre o encontro que teve com o Para Francisco e o legado educacional deixado por seu companheiro.

O espaço faz parte de uma ação nacional de formação política, construída pelo MST e o Levante Popular da Juventude.

“As lavouras de eucalipto destinadas à pasta de celulose constituem grandes blocos de uma mesma e única planta, multiplicada por técnicas de clonagem”, adverte o engenheiro agrônomo.

Encontro debateu o papel da juventude no campo e na cidade.

Começa, nas redes sociais, campanha para preservar culturas alimentares — pressionadas por agronegócio, industrialização obsessiva, padronização do gosto e normas sanitárias obsoletas.

No Paraná, o debate sobre a propriedade da terra e o da violência contra os mais pobres são elementos centrais.

Para Stedile, a atual Reforma Agrária é muito mais do que distribuir terra. Ela também tem que resolver o problema dos agrotóxicos, garantir um futuro, respeitar o meio ambiente e a biodiversidade.

Em audiência, o ministro afirma que o governo tem o compromisso de assentar as famílias acampadas e dar condições dignas para os assentamentos.

As mulheres iniciaram as atividades pela manhã com um ato em frente ao Ministério da Agricultura, da atual ministra Kátia Abreu.

As ações fazem parte da Jornada Nacional de Lutas das Mulheres Camponesas, em que denunciam o modelo do agronegócio.

Em entrevista, Kelli Mafort, da coordenação nacional do MST, fala sobre a jornada nacional de luta das mulheres do campo.

Os Movimento pretende atingir mais de 20 mil pessoas nos diversos cursos de formação em todos os estados em que está organizado.

É preciso estar atento ao que acontece no Congresso. Precisamos ter responsabilidade para envolver a população no debate.

Os 180 anos da Cabanagem também foi comemorado durante encontro em Belém.

Cercados pelo agronegócio, os índios resistem em um bolsão de pobreza, onde os programas sociais chegaram, mas não foram suficientes.

Jacques Alfosin relembra o simbolismo da derrota do exército em Canudos e a vitória secular do latifúndio contra a reforma agrária.
Por Jacques Távora Alfonsin
Do Brasil de Fato

O espaço realizou atividades pedagógicas com os Sem Terrinha durante o Encontro Estadual do MST na Bahia.

Para o Secretário-Geral da Rede FIAN, não há como orientar políticas que combatam as causas estruturais da fome sem tratar com a questão do poder e do controle sobre os recursos naturais.
Por Bruno Pavan
Do Brasil de Fato
Em novembro do ano passado aconteceu em Roma (Itália), a 2ª Conferência Internacional de Nutrição (CIN 2). Apesar de alguns avanços no combate à fome no mundo em relação ao primeiro encontro, realizado em 1992, um dado ainda assusta: em pleno século 21, 850 milhões de pessoas são cronicamente subnutridas.
Da Página do MST
Em paralelo à 20ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP20), realizada em Lima, no Peru, entre os dias , diversas organizações realizaram a Cúpula dos Povos Frente à Mudança Climática, com a finalidade de ampliar as discussões não priorizadas pela COP20.


Da Página do MST
Na tarde desta segunda-feira (15), representantes do MST participaram de uma audiência com a presidenta Dilma Rousseff para apresentar as principais pautas do Movimento para o novo governo.
Por Cristina Fontenele
Da Adital


Da Página do MST
“Os desafios que encontramos na educação e na agroecologia devem ser debatidos em todos os espaços, envolvendo homens, mulheres e crianças no processo de luta e emancipação da consciência.” Esta foi uma das afirmações do Coletivo Estadual de Educação que trouxe importantes reflexões no 1º Seminário de Educação do Campo e Agroecologia.
Por Jacques Távora Alfonsin
O discurso do Papa Francisco dirigido aos participantes do Encontro Mundial de movimentos populares, reunidos no Vaticano, a seu convite, na terça-feira passada, acessível em sites da internet no seu inteiro teor, está caracterizado por uma condenação tão contundente das causas da pobreza, que é muito fácil identificar ali a responsabilidade do sistema econômico capitalista por essa situação de injustiça social.
Por Ignacio Ramonet
A terça-feira, 28 de outubro, foi um dia histórico.


Por Maura Silva
Da Página do MST
Entre os dias 17 e 30 de outubro, em todo o mundo estão sendo feitas ações de apoio pedindo a liberdade do palestino Ahmad Sa'adat.


Da Página do MST
Em seu discurso durante o Encontro Mundial dos Movimentos Populares, organizado pelo Pontifício Conselho Justiça e Paz em colaboração com a Pontifícia Academia das Ciências Sociais e com os líderes de vários movimentos sociais, o Papa Francisco defendeu a Reforma Agrária e fez duras críticas ao modelo do agronegócio.
Dos Amigos do MST nos EUA
Os comitês europeus dos amigos do MST realizaram um encontro de 24 a 26 de outubro, na cidade de Mondoñedo, na Espanha. Representantes da Alemanha, Portugal, Noruega, Suécia, Bélgica e Galicia, Países Bascos e Cataluña participaram, assim como os amigos do Movimento nos Estados Unidos e Canadá. Dois representantes do Brasil estavam presentes.
Por Silvio Anunciação
Do Jornal da Unicamp
Elas se autodescrevem como camponesas. São agricultoras, meeiras, sem-terra, boias-frias, assentadas, extrativistas... Em sua maioria, índias, negras e descendentes de europeus. Para a jornalista e pesquisadora da Unicamp Márcia Maria Tait Lima, que estudou este grupo de mulheres no Brasil e Argentina, as camponesas dos dois países são, hoje, protagonistas da luta contra o modelo de agricultura industrial, contra as sementes transgênicas e pela soberania alimentar na América Latina.
Da Página do MST


Por Juliana Adriano
Da Página do MST
Cerca de 70 mulheres dos três estados do sul do Brasil se reuniram no assentamento José Maria, em Abelardo Luz (SC), para realizarem o encontro da região sul, entre os dias 25 a 27 de setembro.
Por Najar Tubino
Da Carta Maior
Esta é uma visão do tema, a partir da Rio 20, da Caravana Agroecológica do Apodi, realizada pela Articulação Nacional de Agroecologia em conjunto com a Articulação no Semiárido Brasileiro (ASA), em outubro de 2013 e do III Encontro Nacional de Agroecologia, que ocorreu em maio deste ano, em Juazeiro (BA). Além de mais alguns anos de estradas, caminhos, rios e trilhas percorridas pelo país nos últimos 38 anos.


Por Heloisa Bio
Do Brasil de Fato
Da Campanha Permanente contra os Agrotóxicos
Na próxima segunda-feira (04/08), em Recife, será lançado no Cinema São Luiz o filme “O veneno está na mesa 2”, do diretor Silvio Tendler. A sessão será às 19 horas, com entrada franca.


Por José Coutinho Júnior
Da Página do MST
Charles Trocate é integrante do MST no Pará. Além de sua atuação política na região, desde cedo Charles se interessou pela literatura e se tornou poeta. Em 2012, foi nomeado para a Academia de Letras Sul e Sudeste Paraense.
Segundo suas palavras, sua poesia é metafórica, mas também define mundo. Ela é parte da realidade em que vive e tem a função de problematizá-lo.

Da Página do MST
Nos últimos dias, o MST perdeu duas grandes militantes históricas da organização: Dona Ilda e Cidona.
Após dois anos de luta contra um câncer, Dona Ilda faleceu neste sábado (28), aos 65 anos de idade.
Assentada em Itapeva (SP), Dona Ilda entrou de fato no MST em 1985, mas desde o começo do Movimento já atuava ao lado dos Sem Terra, realizando trabalho de base na grande São Paulo com pessoas pobres.
Por Sônia Oddi e Celso Maldos
Da Rede Brasil Atual
São Félix do Araguaia, nordeste mato-grossense, 10 de maio de 2014. Numa pequena capela, no fundo do quintal, uma oração inaugura o dia na casa do bispo emérito de São Félix, dom Pedro Casaldáliga. A simplicidade da arquitetura ganha força com o significado dos objetos ali dispostos.


Por Riquieli Capitani e Geani P. Souza da Rosa
Da Página do MST
Fotos: Leandro Taques
Com a apresentação do painel de sementes, um ato político e a simbologia da partilha de sementes, foi encerrada na manhã deste sábado (7) a 13ª Jornada de Agroecologia.


Por Alan Tygel
Da Página do MST
Foto: Fábio Caffé
Durante o III Encontro Nacional de Agroecologia, realizado entre os dias 16 e 19 de maio de 2014, diversos camponeses e camponesas do MST estiveram em Juazeiro (BA) para trocar e compartilhar saberes. A agroecologia foi a força que uniu mais de 2000 pessoas durante os 4 dias de evento, nos quais houve feira, debates, filmes, atividades culturais e, sobretudo, muita luta.


Por Ceres Hadich
Da Página do MST
Por muitos anos, a chamada agricultura industrial moderna, embrião de o que nos anos 90 se transformou no agronegócio, foi tomada como a saída para os problemas da fome e da miséria no mundo.
Dessa maneira, décadas de conhecimento e desenvolvimento das forças produtivas e das tecnologias estiveram voltadas a trazer respostas e argumentos que fortalecessem esse discurso.
Por Esther Vivas
Do Público.es*


Da Rede Justiça nos Trilhos
Nesta segunda-feira (12), diversas comunidades do município de Itapecuru (MA) se reuniram no povoado Santa Rosa dos Pretos para discutir a situação das comunidades quilombolas da região.


Por Promotoras Legais
Teve início nesta segunda-feira (05/05) a terceira turma do projeto Promotoras Legais Populares (PLPs), em Curitiba e região.