Campanha mais cara da história acirra debate sobre reforma política


Do Brasil 247

Com gastos totais de R$ 5 bilhões, a campanha eleitoral de 2014 foi a mais cara da história, ultrapassando em 2% a de 2010, que, diferentemente do pleito deste ano, tinha o dobro dos cargos ao Senado em disputa. Os números foram obtidos pelo jornal Folha de S. Paulo após levantamento nas prestações de contas de todos os candidatos em disputa, eleitos e derrotados.

Movimentos prometem intensificar cobranças sobre governo e Parlamento

 

Por Alex Rodrigues
Da Agência Brasil

 

Centro do debate nesses primeiros dias após a divulgação do resultado das eleições, a economia não será o único desafio a tirar o sossego dos governantes que assumirem em 1º de janeiro. Independentemente do apoio dado durante o pleito, organizações sociais prometem intensificar a vigilância e a pressão sobre a presidenta reeleita Dilma Rousseff, sobre governadores e parlamentares para ver atendidas suas reivindicações e impedir o que classificam de “retrocessos em direitos sociais”.

Plebiscito ou referendo? O importante é uma assembleia constituinte

 

Por Maura Silva
Da Página do MST

Após o resultado do 2° turno das eleições presidenciais, um assunto tem tomado conta das manchetes de jornais e revistas de todo o país: a reforma política.

Em torno desse ponto, outro elemento tem permeado a discussão: o instrumento utilizado para isso será por meio do plebiscito ou referendo? Esse debate é apenas questão de detalhe técnico, como muitos estão dizendo?

Reeleita, Dilma acena para os movimentos e promete reforma política

Da Radioagência Brasil de Fato

Reeleita para governar o Brasil pelos próximos quatro anos, a presidenta Dilma Rousseff (PT) assumiu compromisso com a reforma política a partir de um plebiscito popular. A vitória eleitoral por 51,64% dos votos foi confirmada na noite deste domingo (26) pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e reconhecida pelo oponente, senador Aécio Neves (PSDB).

Movimentos sociais exigem vistoria de fazenda da candidata Ana Amélia

 

Da Página do MST


Nesta quinta-feira (25), a partir das 13h30, uma comissão do movimentos sociais, composto pela Via Campesina e Central Única dos Trabalhadores (CUT), se reúne com o Superintendente Regional do Instituto de Colonização e Reforma Agrária (Incra) em Porto Alegre, Roberto Ramos, para exigir a vistoria da fazenda da candidata ao governo do estado, Ana Amélia Lemos (PP).

Junji Abe, o ruralista conciliador

Da Página do MST

O empresário rural Junji Abe (PSD/SP) busca se reeleger como deputado federal nestas eleições. Com um fortes vínculos com o setor ruralista, recentemente se tornou parte integrante da bancada ruralista, legislando em favor dos hortifrutigranjeiros.

Eunício Oliveira: ruralista, empresário, ministro das comunicações

Da Página do MST

Eunício Lopes, senador e candidato ao governo do estado do Ceará pelo PMDB, é mais um agropecuarista e empresário brasileiro que integra a bancada ruralista do Congresso.

No primeiro mandado do então presidente Luis Inácio Lula da Silva, foi Ministro das Comunicações de 2004 a 2005. Eunício foi também líder do PMDB na Câmara dos Deputados no ano de 2003.

Nelson Padovavi, o ferrenho candidato ruralista anti-indígena

Da Página do MST

162 deputados e 11 senadores. Essa é a maior bancada do Congresso Nacional, conhecida como Bancada Ruralista, sob a sigla de Frente Parlamentar da Agropecuária.

Agora, na atual corrida eleitoral, são 12 o número de candidatos dessa bancada que procuram a reeleição, e que a Página do MST traz um pouco sobre o histórico de cada um e suas principais políticas no parlamento brasileiro.

Moreira Mendes, o ruralista que quer derrubar o conceito de trabalho escravo

Da Página do MST

Nessa época de eleições, a Página do MST inicia uma série de reportagens com informações sobre os candidatos da bancada ruralista que buscam se reeleger, mostrando o que estes políticos tem feito para beneficiar os grandes proprietários de terras e o agronegócio no Brasil, ao mesmo tempo em que criminalizam as lutas sociais. 

Deputado Moreira Mendes (PSD / RO)

Por que não votar nos ruralistas?

Da Repórter Brasil

A organização 350.org lançou nesta semana a campanha “não vote em ruralista“, que pretende chamar a atenção o papel que parlamentares da Frente Parlamentar da Agropecuária, a chamada Bancada Ruralista, têm desempenhado no Congresso Nacional. 

Enterrado pelo Congresso, plebiscito da reforma política volta à tona

 

Por Eduardo Maretti
Da RBA

O movimento pelo Plebiscito Popular por uma Constituinte Exclusiva e Soberana do Sistema Político entrou na reta final no último dia 12 com um ato no centro de São Paulo e objetivo de colocar na agenda nacional muito mais do que faz supor a única pergunta que os cidadãos irão responder na consulta, marcada para ocorrer entre os dias 1° e 7 de setembro: “Você é a favor de uma Constituinte Exclusiva e Soberana sobre o sistema político?”