Em nota, MST defende a saúde pública no Brasil e repudia privatização do setor

Movimento defende Sistema Único de Saúde (SUS) e manifesta seu desacordo com a atual política econômica implementada pelo Governo Federal.

Movimento defende Sistema Único de Saúde (SUS) e manifesta seu desacordo com a atual política econômica implementada pelo Governo Federal.

Documento defende que combate às desigualdades volte à agenda do governo, com mudanças nos juros, controle da inflação, atuação do BC e em um debate que não seja refém do 'terrorismo de mercado'.

A mobilização acontece em diversas regiões do Brasil, quando milhares saem às ruas em defesa da Petrobras, da democracia e contra o ajuste fiscal.

Pedro Corrêa está preso, condenado a 7,2 anos de prisão por corrupção ativa.

A capital paraense recebe, entre os dias 28/09 a 1/10, o Congresso Brasileiro de Agroecologia.

Foram distribuídos frutas, verduras e legumes à população local.

A ação obriga o Estado a publicar uma lista de produtos químicos conhecidos por serem causa de câncer, defeitos pré-natais e outros danos reprodutivos.

Essa é a segunda ocupação realizada no município este ano, o que intensifica as denúncias contra as práticas de desmatamento, queimadas da mata atlântica e o aumento das desigualdades sociais.

Rubneuza Leandro de Souza, do setor de educação do MST, avalia a contribuição do 2° Enera para a organização do MST, ao relacionar o encontro com a atual conjuntura da educação pública brasileira.

Assembleia Estadual do MS instalou CPI que pretende investigar o Conselho Indigenista Missionário. Para o advogado, trata-se de tentativa de criminalização dos que lutam pelos povos indígenas.

“Chamam de progresso, mas os lucros são privados e nos territórios ficam a doença e a devastação”, diz um dos moradores; “Já nos deram golpes e balas de borracha. Não me importo. Vou deixar a vida pelos meus filhos”, afirma outro.

“Em 2005 o consumo médio de agrotóxicos era da ordem de 5 kg/hectare e, em 2011, passou a ser de 11 kg/hectare. Ou seja, em menos de uma década dobramos a quantidade de agrotóxicos utilizada no país”, informa Larissa Mies.

O professor Luiz Carlos Freitas, da Unicamp, destacou a necessidade de construir uma educação emancipadora e socialista, durante o encontro.

O evento é uma realização do Núcleo de Agroecologia e Campesinato e conta com a presença de cerca de 800 camponeses e diversas organizações, ONG´s, movimentos sociais, grupos de indígenas e quilombolas.

Além de diversas organizações e personalidades, um grupo de sete senadores também manifestaram seu apoio durante as atividades no plenário da casa.

Por ano, cerca de 1500 crianças passam pela experiência que tenta aliar educação a luta pela reforma agrária e valorização da cultura local.

Dos Sem Terrinha a Educação de Jovens e Adultos. Educadores trocam experiência durante encontro nacional.

"A burguesia tem raiva de pobre, de preto porque ela ainda não saiu da casa grande. Ela não consegue conviver com a senzala", disse Stedile.

Encontro ocorreu no município de Lagoa Seca e discutiu saberes populares, além de definir tarefas organizativas do setor de saúde do MST no estado.

O ato iniciou com uma intervenção em frente ao Ministério da Educação (MEC) para denunciar o fechamento das escolas do campo e a mercantilização da educação pública no país.

A ação foi para denunciar o uso abusivo de agrotóxicos utilizado pelo agronegócio e o fechamento de escolas no campo.

"Esta agressão só pode ser compreendida como parte de uma ofensiva conservadora da direita na sociedade que busca criminalizar e intimidar todos/as aqueles/as que lutam por um Brasil justo e soberano".

Em nota, o Movimento diz que este episódio reflete o crescimento do ódio propagado pela elite brasileira e pelos meio de comunicação da burguesia.

Os educadores e educadores denunciam o crítico cenário de fechamento das escolas no campo e o forte processo de mercantilização da educação pública brasileira.

Dezenas de seguranças altamente armados que andam pela área, onde se encontram crianças, jovens, idosos e mulheres.

“É revolucionário pensar na produção de alimentos saudáveis com o abastecimento popular, mas para isso precisamos ter, além de mão de obra e terra, rumo, projetos e decisão política”, argumentou Adalberto Martins.

Mais de 1200 pessoas reivindicam a celeridade do GDF em desapropriar as áreas griladas na região.

“Temos que manter objetividade na luta política, não podemos passar a formação das juventudes para as corporações”, afirma o reitor da UFRJ, Roberto Leher.

A CPI criada pela fazendeira e deputada estadual Mara Caseiros (PTdoB) e subscrita por outros deputados fazendeiros faz parte da estratégia de ataques ruralistas aos povos indígenas.

A partir de setembro, o Salão de Atos Tiradentes apresenta peças internacionais de bordado criadas a partir de técnica originada na resistência à ditadura chilena.

Evento conta com exposições de artesanatos, livros, fotografias e alimentos, além de apresentações artísticas e culturais.

O evento reunirá até a próxima sexta-feira (25), cerca de 1500 educadoras e educadoras de todo o pais para debater o atual momento da educação pública brasileira.

A intervenção provocou a desconstrução sobre o ser homem e ser mulher, propondo construir uma sociedade de iguais baseada em valores socialistas.

O cacique Elpídeo Pires foi alvejado na perna esquerda, Meterio Morales no braço e Celso Benites recebeu três tiros nas costas.

Em artigo, José Antonio Moroni analisa o atual cenário do Congresso Nacional.

Do dia 16 de setembro até 15 de outubro, novas assinaturas podem somar-se ao manifesto pela retirada da Minustah do país, que já completa 11 anos.

Instituto lança o estudo Impactos da PEC 215/2000 sobre os povos indígenas, populações tradicionais e o meio ambiente.

O objetivo da marcha foi reafirmar o compromisso de lutar por uma educação que respeite e dialogue com a realidade do campo.

Encontro que se inicia na próxima segunda tem como objetivo propor a construção de um novo espaço de articulação para a formulação de um novo projeto educacional.

Os movimentos vão às ruas no próximo dia 3/10 em defesa da Petrobras, dos direitos sociais e da democracia.

A atividade é uma preparação para o 2° ENERA, que acontece entre os dias 21 e 25/9, em Luziânia, Goiás.

Ruralistas proclamam: “tem que eliminar esses índios inúteis”; ataques paramilitares contra os Guarani Kaiowá envolveriam até senador e deputados

Para eles, "a eventual efetivação dessa medida representaria a revogação de uma conquista institucional histórica dos trabalhadores e trabalhadoras rurais".

A quem convém assegurar que os detentores do conhecimento tradicional não participem efetivamente da construção do novo marco legal sobre acesso ao patrimônio genético?

Em entrevista à Página do MST, o professor da UERJ fala sobre o crescente processo de mercantilização da educação no Brasil e sobre o projeto de educação a ser defendido para o país.

A Marcha é totalitária, concentradora de renda, golpista e não quer nem saber de mudança climática, meio ambiente. Agroecologia então, nem pensar.

Em entrevista ao Brasil de Fato, Paola Estrada, uma das coordenadoras da Campanha pela Constituinte, aponta que Congresso não tem interesse em realizar uma reforma política que aprofunde a democracia no país.

Ao todo, 11 experiências serão socializadas durante todo o encontro.

Segundo o professor Ramón Fogel, esse modelo com poucas regulações representa uma nova relação com a natureza, com efeitos destrutivos para os recursos naturais.

Entre um papo e outro, os Sem Terra apresentaram ao Chico a nova campanha da Escola Nacional Florestan Fernandes: a nomeação do campo de futebol da Escola de “Sócrates Brasileiro”.

Entre um papo e outro, os Sem Terra apresentaram ao Chico a nova campanha da Escola Nacional Florestan Fernandes (ENFF): a nomeação do campo de futebol da Escola de “Sócrates Brasileiro”.

Em entrevista, Daiara Tukano fala sobre a miséria e as ameaças sofridas dentro dos territórios em que os Guarani-Kaiowás vivem e sobre a articulação dos proprietários de terra no Congresso.

Os Sem Terra denunciam a entrega do terreno de uma ocupação de 13 anos para uma empreiteira, que construirá um condomínio de luxo no local.

Atividade integra o projeto De Olho Na Terra, realizado através da parceira entre o MST e a UFSC.

Área já tem laudo da vistoria que atesta a improdutividade da mesma.

Sistema Participativo de Garantia agora adotado possibilita que grupos de pequenos produtores organizem-se para autocertificação de alimentos.

A atividade tem como objetivo pensar a educação do campo a partir da realidade vivida nos assentamentos do MST.

O Movimento exige, dentre outras coisas, que governo federal, implemente os compromissos assumidos com os Sem Terra.

A luta dos Sem Terra pela educação de jovens e adultos no campo pernambucano superou um histórico de exclusão.

A reunião com o objetivo de dar continuidade às tratativas sobre demandas das famílias assentadas e acampadas no estado.

Grupo de Trabalho envolve representações de 37 entidades e movimentos sociais, além de agricultores, consumidores e apoiadores da iniciativa.

Moradores vizinhos à ferrovia no Maranhão são impedidos de protestar contra a mineradora. Multa é de cinco mil reais por dia.

Dois conflitos armados entre indígenas e fazendeiros eclodiram em menos de cinco dias no estado. A letargia do Judiciário e do Executivo é o principal indutor do confronto..

Turmas a mais de três meses sem aula, merenda escolar inadequada, falta de transporte e de professores são algumas das reclamações.

Tribunal de Lyon manteve decisão de 2012 contra empresa; advogado da multinacional irá apelar e diz que alegações de danos são inconsistentes.

A regra é não cumprir a lei: na era da mudança climática, os piratas do agronegócio transformam a floresta amazônica em caibro ou tábua.

A menos de dois meses da 5ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, população se prepara para levar pautas que promovam a garantia de alimentos saudáveis na região.

Atividade contou com a presença de mais de 100 crianças do norte do estado.

A Feira da Reforma Agrária de Sergipe acontece entre os dias 8 a 11/09 na Praça Fausto Cardoso.

Estudo da USP com base em dados do ministério da Saúde e da Fiocruz indica que entre 2007 e 2014 foram notificadas 2.150 intoxicações por agrotóxicos na faixa etária de 0 a 14 anos de idade; número pode ser 50 vezes maior.

Três projetos farão um resgate das músicas criadas pelos Sem Terra; o objetivo é trazer à tona a memória musical do Movimento a partir de cada período histórico.

Cento e setenta famílias receberam terrenos de 25m² das famílias assentadas no município de Itamaraju, extremo sul da Bahia.

A mística realizada pelos Sem Terra relembrou a dificuldade de se chegar até o momento da conquista da terra, e apontou os inúmeros desafios que se tem pela frente.

Retomar a terra é atitude cidadã daqueles que, sustentados por um direito legítimo, dão um passo na direção de sua efetiva garantia, uma vez que o governo se mostra omisso.

O secretário da pasta, Permínio Pinto (PSDB), pediu que o MPE tomasse providências para evitar que as escolas da rede pública ligadas ao MST adotassem a “orientação ideológica” do Movimento.

Os cursos pautam a Reforma Agrária como estratégia política e organizativa para garantir a construção de uma sociedade mais justa e igualitária.

O Pará é o Estado mais presente, com 180 empregadores, seguido por Minas Gerais, com 45, e Tocantins, com 28.

O objetivo da atividade foi fortalecer as ações da juventude Sem Terra nos assentamentos e acampamentos na região.

Para os organizadores do Grito, é pressionar o poder público para evitar retrocessos.

Dezenas de organizações, com representações de 22 estados, organizam articulação em defesa de uma saída à esquerda para a crise.

Os manifestantes fizeram um ato de denúncia da intervenção do agronegócio junto à educação do campo, representada pelo Programa "Agrinho".

Um ano após realizar plebiscito com cerca de 8 milhões de votos, Campanha pela Constituinte realiza encontro em BH e se compromete a criar espaços de discussão que relacionem problemas cotidianos da população e o sistema político.

O lema deste ano será “Que país é este, que mata gente, que a mídia mente e nos consome”.

Reunidos na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, movimentos celebram um ano do plebiscito popular que recebeu apoio de 8 milhões de pessoas.

Comemoração aconteceu durante o Enera estadual no Paraná.

Declaração vem depois do ministro da Casa Civil, Aloízio Mercadante, determinar à AGU que conteste a Instrução Normativa que desapropriaria latifúndios onde forem encontrados trabalho escravo.

A área é a primeira obtida para reforma agrária no estado este ano.

Para fomentar a produção e abrir portas de comercialização os agricultores defendem o fortalecimento da Conab e de programas já existentes.

Desde o último sábado, o jornalista e maratonista Rodolfo Lucena está percorrendo a Estrada da Reforma Agrária, em Pernambuco.

Os trabalhadores denunciam as ações violentas que vem acontecendo nos acampamentos do MST na região.

Em entrevista, o Sem Terra formado em Cuba fala sobre a criação da Rede Nacional de Médicos Populares, atual ofensiva sobre o sistema público de saúde e a categoria médica conservadora.

Articulação que envolve centenas de organizações realizará conferência nacional de lançamento, em Belo Horizonte, neste sábado (5).

A atividade pretende reunir cerca de mil ativistas e marca um ano da realização do Plebiscito Popular, quando 8 milhões disseram “Sim” à Reforma Política por meio de uma Constituinte.

Multinacionais estão na contraofensiva contra a decisão judicial que há dois anos mantém suspenso o cultivo de milho transgênico no México.

Confira a história do Assentamento Safra, em PE, contada pelo maratonista Rodolfo Lucena, que está percorrendo a estrada da Reforma Agrária.

A atividade também faz parte da preparação do 2° Encontro Nacional de Educadoras e Educadores da Reforma Agrária.

A proposta foi inserida na pauta do MDA em março deste ano, quando representantes da Via Campesina levaram a demanda ao ministro Patrus Ananias.

Em artigo, a professora da UnB Clarice dos Santos, diz que o 2° ENERA deve celebrar a jornada percorrida e seguir denunciando as desigualdades e iniquidades profundas que persistem no campo.

O setor está sendo atingido em cheio pela reversão dos preços das commodities com a crise chinesa, colocando em cheque a dependência econômica do país.

Mais de 300 feirantes ocupam a praça da Faculdade com a diversidade de alimentos produzidos em acampamentos e assentamentos de todo Estado.