Em carta à Dilma, movimentos de TO condenam nomeação de Kátia Abreu

 

Da Página do MST

Movimentos sociais do estado do Tocantis enviaram à presidenta Dilma Rouseff uma carta de repúdio a indicação da senadora Kátia Abreu (PMDB) para a pasta do Ministério da Agricultura.

É consenso entre as organizações que essa designação representaria um retrocesso nas lutas indígenas, quilombolas e pela Reforma Agrária.

Segundo os movimentos, não há nenhuma conjuntura política e/ou social que justifique essa escolha. É o latifúndio e o agronegócio representados na figura de Kátia Abreu que assumirá o poder em 2015.

Sem Terra ocupam terra grilada pelo Projeto Sampaio, em Tocantis

Da Página do MST

Mais de 150 famílias do MST ocuparam, na manhã desta quarta-feira (3), o projeto Sampaio, localizado no município de Sampaio, região do bico do papagaio, extremo norte de Tocantins.

O projeto teve início no ano de 2000 e compreende a implantação de infraestrutura para irrigação de 1.070 hectares para cultivo de frutas, grãos, entre outros produtos.

Relembremos da história do golpe de Kátia Abreu contra camponeses do Tocantins

 

Da Página do MST

A presidente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), Kátia Abreu (PMDB-TO), está sendo convidada pela presidenta Dilma Rousseff para assumir o comando do Ministério da Agricultura.

Apesar da nomeação já ser aguardada há algumas semanas, como parte das negociações para assegurar o espaço do PMDB no novo governo, diversos setores da sociedade se dizem abismados com a possibilidade de um governo do PT abrigá-la num ministério de Estado.

Sem infraestrutura adequada, Sem Terra trancam rodovia em Tocantins

 

Da Página do MST

Cerca de 70 famílias do MST trancaram BR-010, em Silvanópolis, a 110 km de Palmas (TO), nesta quarta-feira (29).

A mobilização foi motivada pela falta de infraestrutura dos assentamentos da região. 

De acordo com os moradores, não há água encanada ou energia elétrica no local. As cestas básicas que garantiam a segurança alimentar das famílias foram suspensas.

Movimentos sociais e a educação do campo perdem um grande militante

Da Página do MST

O MST no estado do Tocantins lamenta profundamente a perda trágica do grande companheiro e Professor Flávio Moreira, que por volta das 17h do último dia 27 de setembro sofreu um acidente automobilístico, junto com sua esposa, vitimando fatalmente o professor. 

Flávio Moreira, 46 anos, fez parte do quadro de Professores da Universidade Federal do Tocantins (UFT) – Campus de Tocantinópolis, curso de Pedagogia, e onde também atuou como Diretor do Campus. 

MPF inicia apuração de ameaças a camponeses no Tocantins


Da Procuradoria da República no Estado do Tocantins

O Ministério Público Federal no Tocantins (MPF/TO), por intermédio da Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão, instaurou inquérito civil para investigar ameaças relacionadas a conflitos fundiários no Tocantins feitas contra camponeses, defensores de direitos humanos, integrantes da Comissão Pastoral da Terra (CPT) e de outros movimentos sociais.

Com pressão de Kátia Abreu, DNIT pede demolição de acampamento em TO

 

Da Página do MST

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) do estado de Tocantins entrou com uma ação na Justiça Federal pedindo a reintegração de posse e a demolição total do Acampamento Olga Benário, localizado às margens da BR 153, no município de Fortaleza do Tabocão.

O órgão alega que o acampamento causa insegurança às pessoas que trafegam na rodovia. Iniciado em junho de 2013, os Sem Terra também relatam que desde o início a Polícia Rodoviária tem sido um elemento perturbador das famílias.

Cerca de 700 Sem Terra trancam rodovia por 12 horas em Tocantins


Da Página do MST

Cerca de 700 Trabalhadores Rurais Sem Terra protestaram na manhã desta quarta-feira (7) na BR-153, entre as cidades de Rios dos Bois e Tabocão, em Tocantis. A rodovia ficou trancada por 12 horas.

Segundo os integrantes do Movimento, a manifestação reivindica a vistoria da Fazenda Araguarina e a desapropriação de algumas áreas reivindicadas pelo MST.

Grileiros querem despejar Sem Terra para especular com área ocupada no TO

Da Página do MST

Mais de 200 famílias Sem Terra correm o risco de serem despejadas de um acampamento próximo a Agrotins, em Tocantins.

Há mais de dois meses acampadas, as famílias receberam na última sexta-feira (30) uma liminar de reintegração de posse expedida pelo Juiz Zacarias Leonardo, da 4ª vara cível de Palmas.

A área conta com mais de 157 hectares e está a 20 km de Palmas. Em 17 de dezembro de 2010, ela foi vendida pelo Instituto de Terras do Estado do Tocantins (Intertins) a Benedito Neto de Faria e Rossine Aires Guimarães.

Sem Terra sofrem despejo de área grilada no estado de Tocantins


Da Página do MST

Na manhã desta quarta-feira (31), 150 famílias Sem Terra do acampamento Sebastião Bezerra, à 30 km de Palmas, em Tocantins, foram despejadas pela Polícia Militar, após mandato de reintegração de posse concedido pela justiça.

Os Sem Terra denunciam que as terras são públicas, mas foram tituladas de forma irregular pelo governo do estado e entregues à fazendeiros e especuladores em troca de votos e favores.

Sem Terra ocupam fazenda de ex-presidente da OAB em Tocantins

Da Página do MST

Cerca de 500 famílias do MST ocuparam duas fazendas no estado de Tocantins, na manhã deste sábado (22). Por volta de 100 famílias ocuparam uma área próximo a Agrotins que pertence ao estado, mas não está cumprindo sua função social.

De acordo com os Sem Terra, as famílias pretendem desenvolver atividades produtivas baseadas na agroecológica, criando a experiência do cinturão verde de Palmas com produção de alimentos saudáveis e sustentáveis.

Sem Terra ocupam latifúndio de ex-governador da Paraíba, em Tocantins

Da Página do MST

Cerca de 250 famílias Sem Terra ocuparam na manhã desta sexta-feira (3) a fazenda São Judas, situada no município de Esperantina (701 km de Palmas), na região conhecida como Bico do Papagaio.

A Fazenda pertence ao ex-governador e ex-senador do estado da Paraíba, José Maranhão (PMDB). Segundo os Sem Terra, o latifúndio esteve improdutivo entre os anos de 2003 a 2009, ao se encontrar abandonada sem nenhuma atividade produtiva.

Parente de Kátia Abreu mantinha trabalhadores em situação de escravidão


Por Bianca Pyl, Guilherme Zocchio e Maurício Hashizume
Da Repórter Brasil

A Superintendência Regional de Trabalho e Emprego do Tocantins (SRTE/TO) libertou 56 pessoas de condições análogas à escravidão da Fazenda Água Amarela, em Araguatins (TO). A área reflorestada de eucaliptos, que também abrigava 99 fornos de carvão vegetal, estava sendo explorada pela RPC Energética.

Camponeses ameaçados de morte correm risco em Tocantins

 

Por Aline Sêne

Mais um capítulo da longa história de conflitos e violências contra as famílias que estão em busca de terras na região da Amazônia Legal. A Comissão Pastoral da Terra (CPT), regional Araguaia-Tocantins, denunciou que camponeses do município Palmeirante (TO) sofrem ameaças de morte por grileiros.

Nessa segunda-feira, a pastoral registrou o relato de três ameaçados: Antonio da Silva Sousa, José Valdir Muniz e Noginel Batista Vieira. As denúncias foram encaminhadas para a Ouvidoria Agrária Nacional e a Anistia Internacional.

Em Palmas (TO), mulheres marcham e debatem impactos do agronegócio

Mais de 800 mulheres da Via Campesina da região Amazônica e outros movimentos populares de Tocantins fazem uma caminhada em comemoração aos 100 anos de instituição do dia 8 de março nesta segunda-feira (8/3). Pela manhã, as mulheres marcham na avenida JK em defesa da vida, pelos direitos humanos e pela soberania alimentar.

Ontem (7/3), no auditório da Escola de Tempo Integral Padre Josimo, em Palmas (TO), as mulheres debateram os impactos do agronegócio sobre as camponesas.

Irmão de Caiado é autuado por submeter trabalhadores rurais a condições degradantes

O Grupo Móvel de Fiscalização do Ministério do Trabalho autuou a Fazenda Santa Mônica, no município de Natividade, ao sul do estado de Tocantins, de propriedade de Emival Ramos Caiado. Na fazenda foram encontrados 26 trabalhadores submetidos a condições degradantes: permaneciam no meio do mato consertando a cerca, sem disporem de água potável, sem equipamento de proteção individual e dormindo em um acampamento precário.