Sem-terra encerram protesto no Incra em Marabá

 

Por Ana Paula Grabois
De Marabá (PA)
Do Valor

Na maior manifestação desde o início do governo Luiz Inácio Lula da Silva, o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), Federação dos Trabalhadores na Agricultura (Fetagri) e Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar (Fetraf) terminaram ontem o acampamento que durou 43 dias em uma praça na frente da superintendência do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) de Marabá.

Setores do Poder Judiciário atrasam desapropriações


Por Vanessa Ramos
Da Página do MST

Um balanço sobre a eficácia do Incra durante o governo Lula demonstra a existência de mais de 200 processos de desapropriação suspensos por juízes.

Leia a íntegra da entrevista com Valdez Adriani Farias, procurador federal do Incra de Santa Catarina, sobre a atuação do instituto.

Você acha que os instrumentos legais do Incra são eficientes?

Desapropriações de latifúndios e os gargalos da Reforma Agrária


Por Vanessa Ramos
Da Página do MST

O 2º Plano Nacional de Reforma Agrária (PNRA), elaborado durante o primeiro mandato do presidente Lula, previa desapropriar 30 milhões de hectares de terras para assentar um milhão de famílias. Tratava-se, portanto, de desapropriar uma quantidade grande de terras, hoje nas mãos de latifundiários.

No entanto, inúmeros tropeços e dificuldades enfrentados pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) prejudicaram a implementação das medidas que garantiriam a desapropriação das terras.

Veja também

Famílias Sem Terra sofrem despejo em Macaé


Na manhã desta quarta-feira (17), a Polícia Federal deu início ao despejo do acampamento Osvaldo de Oliveira, na fazenda Bom Jardim, em Macaé (RJ).

O latifúndio, que foi ocupado por 400 famílias Sem Terra no último dia 7 de setembro, tem 1600 hectares e foi considerado improdutivo pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) ainda em 2006, por não cumprir com sua função social e ambiental.

Quilombolas e Sem Terra ocupam latifúndio em Minas Gerais


Da Comissão Pastoral da Terra

Na luta pela conquista do Território Brejo dos Crioulos, nos Municípios de São João da Ponte, Varzelândia e Verdelândia (norte de Minas Gerais), trezentas famílias quilombolas e da Via Campesina ocuparam, nesta quinta-feira, as Fazendas Aparecida, Arapuã e Lagoa da Varanda (de propriedade de Raul Ardito Lerário). O território quilombola, composto por 512 famílias espalhadas em oito pequenas comunidades, abrange 17.309 hectares. As cinco maiores fazendas detêm 13.000 hectares do território.

Depois de acampar em frente ao Incra, Sem Terra do Ceará ocupam avenida em Fortaleza

Centenas de integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) que desde a noite desta segunda-feira (19/4) estão acampados em frente ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) , ocuparam, na manhã desta terça-feira (20/4), a avenida José Bastos, em Fortaleza. A paralisação da avenida visa chamar a atenção da sociedade cearense e pressionar os governos para que sejam atendidas as seguintes reivindicações:

Marchas abrem negociações com governo em Alagoas

Por Rafael Soriano

Com a chegada dos 1200 agricultores do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) nesta segunda-feira (19/4), a praça Dom Pedro Segundo, no centro de Alagoas, ficou sob a lona preta. Nesta terça (20/4), os trabalhadores realizam uma marcha pelas ruas do centro a partir das 9h, para abrir as negociações com o governo estadual. Uma audiência com o governador está prevista para 10h, no Palácio República dos Palmares.

MST se reúne com ministra e ocupa Incra em Fortaleza

Em reunião realizada na tarde desta segunda-feira (19/4), o chefe de gabinete do governador do estado, Almircy Pinto, afirmou à comissão de negociação do MST que o governador Cid Gomes não terá agenda para dialogar com o movimento até a próxima quarta ou quinta-feira. Ele disse ainda que, no lugar de negociar com os trabalhadores […]

Superintendência do Incra é ocupada em Rondônia

Na manhã desta segunda-feira, o MST ocupou a superintendência do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) em Porto Velho (RO). Cerca de 250 Sem Terra de acampamentos e assentamentos discutiram com órgãos locais as pautas nacional e estadual do Movimento.

As mobilizações em Rondônia seguem até a próxima sexta-feira (23/4), e no sábado (24/4) acontece o encontro dos amigos e amigas do MST no estado.

“Vamos seguir mobilizados aqui no Pará”, afirma dirigente estadual

O MST ocupou, na manhã desta segunda-feira (19/4), a sede da Superintendência do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) em Belém, como parte das ações da Jornada de Luta Nacional Pela Reforma Agrária, com 500 Sem Terra de acampamentos e assentamentos do Pará.

A pauta do Movimento foi apresentada ao superintendente regional do Incra Elielson Silva, pela manhã, mas não houve avanços na negociação. “Não deram respostas às nossas demandas”, disse Ulisses Manaças, da coordenação do Movimento.

Sem Terra do Piauí também ocupam Incra

Na manhã desta segunda-feira (19/4), cerca de 400 Sem Terra ocuparam a superintendência regional do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) em Teresina, no Piauí.

Foi realizada também uma manifestação em frente ao Ministério da Justiça Federal. Nesta terça (20/4), o MST promove audiência pública na Assembléia Legislativa para discutir a criminalização dos movimentos sociais e o aniversário do Massacre de Eldorado dos Carajás. Na quarta-feira (21/4), os Sem Terra realizam uma ação de solidariedade de doação de sangue na cidade.

MST ocupa Incra em SP

Dando continuidade à Jornada Nacional de Lutas pela Reforma Agrária, cerca de 500 trabalhadores e trabalhadoras Sem Terra ocuparam, na manhã desta segunda-feira (19/4), a superintendência regional do Incra de São Paulo.

MST ocupa Incra no Rio de Janeiro

Na manhã desta segunda (19/4), cerca de 400 famílias ocuparam a sede da superintendência do Instituto de Colonização e Reforma Agrária (Incra), no centro do Rio. As famílias permanecem acampadas na capital por tempo indeterminado.

Sem Terra ocupam sede nacional do Incra

Mais de 700 integrantes do MST ocupam, neste momento, a sede nacional do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), em Brasília. A ação cobra os compromissos assumidos pelo governo federal depois da jornada de agosto, que ainda não foram cumpridos.

Sem Terra acampados no Incra ocupam as ruas de Recife

Cerca de 2 mil trabalhadores rurais Sem Terra acampados na sede do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) desde sábado (17/4) saíram em marcha na manhã de hoje (19/4) e ocuparam as principais avenidas do Recife.

Os trabalhadores saíram do Incra e formaram três colunas por diferentes pontos da cidade – uma coluna seguiu pela Av. Abdias de Carvalho; a segunda marchou pela Av. Caxangá; e a terceira pela Av.

Incra também é ocupado na Paraíba

Na manhã desta segunda-feira (19/4), cerca de 400 trabalhadores rurais Sem Terra de varias regiões do estado da Paraíba ocuparam o Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária). Os trabalhadores exigem que o governo assente as mais de 90 mil famílias Sem Terra acampadas em todo pais, maiores recursos públicos para a desapropriação de terra, atualização dos índices de produtividade e investimentos públicos nas áreas de assentamentos (créditos para a produção, habitação rural, educação e saúde).

Sem Terra de Alagoas chegam hoje a Maceió

Há mais de uma semana em lutas para intensificar as conquistas dos trabalhadores rurais em relação à Reforma Agrária, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) traz a Maceió o foco de suas mobilizações. A expectativa é de concentrar 1,2 mil camponeses na Praça Dom Pedro II – Centro – para colocar em pauta com a sociedade e autoridades a aceleração da Reforma Agrária.

Assentados de Alagoas garantem conquistas com Jornada de Lutas

Por Rafael Soriano

Desde o início da semana, o campo alagoano está assistindo às movimentações do MST para intensificar as conquistas no âmbito da Reforma Agrária em Alagoas. Duas ocupações de fazendas improdutivas e a ocupação simultânea de seis prefeituras municipais exigem uma postura positiva dos governos federal e municipais em relação às demandas das famílias camponesas.

Em São Paulo, jornada contabiliza nove ocupações

Cerca de 300 pessoas ocuparam, na manhã de quarta-feira (14/4), uma área em Pereira Barreto, na região de Andradina, para denunciar a falta de preservação na região.

“A área deveria ser de preservação, mas está desmatada e abanadonada”, denuncia Irineu de Oliveira, do MST-SP. A área é de responsabilidade da Cia Energética de São Paulo (Cesp), por fazer o canal entre os rios Tietê e São José dos Dourados. “Se a Cesp e o governo de São Paulo fornecerem as mudas, o MST se compromete a reflorestar essa área”, garante Irineu.