Tiros na lavoura de soja

O Mato Grosso é o coração do agronegócio brasileiro, com suas propriedades a perder de vista a se ampliarem ano a ano, invadindo a floresta, reservas indígenas, áreas de proteção natural e lavouras de pequenos agricultores.

O Mato Grosso é o coração do agronegócio brasileiro, com suas propriedades a perder de vista a se ampliarem ano a ano, invadindo a floresta, reservas indígenas, áreas de proteção natural e lavouras de pequenos agricultores.

Esse trabalho foi um dever dos movimentos sociais e dos militantes destes para mostrar à sociedade um momento histórico do país, que os órgãos oficiais do Estado tenta apagar.

Ele analisa a crise e aponta possíveis alternativas.

Cerca de cinco mil pessoas compareceram no ato em defesa da democracia ocorrido da última sexta-feira (18), em Vitória. Entre elas, a historiadora Juliana Quintela Miranda, alertou para a importância da união da esquerda

Brasil em crise e as alternativas possíveis.

Ações como essa não nos intimidam, apenas nos fortalecem e deixam claro que precisamos combater o ódio irracional que está tomando conta do nosso país.

“É um absurdo o Poder Judiciário passar por cima do Poder Executivo e vazar a conversa para imprensa”

De acordo com a Frente Brasil Popular, no atual cenário político está acontecendo um processo em que as forças das classes estão sendo medidas.

Para a safra 2015/2016 a estimativa dos assentados de Viamão é colher 125 mil sacas, numa área plantada de 1.600 hectares.

O evento promoveu o intercâmbio de material genético que está sob a guarda de famílias assentadas em áreas de Reforma Agrária.

Em todo o Brasil, mais de 1 milhão e 350 mil pessoas foram às ruas dizer não ao golpe e sim para democracia.

A fazenda ocupada pertence aos irmãos Licínio de Oliveira Machado Filho, presidente da Etesco, e a Sérgio Luiz Cabral de Oliveira Machado, ex-presidente da Transpetro,

Os movimentos populares ligados à Frente Brasil Popular realizam ao longo desta sexta-feira (18) diversas manifestações em todo o país em defesa da democracia e contra o golpe. Acompanhe!

João Pedro Stedile afirma a importância de irmos para as ruas.

Em entrevista, Pomar — que foi dirigente nacional do Partido dos Trabalhadores — acredita que o PT deve dar uma resposta não somente nas ruas, mas no governo.

Segundo dirigente do MST, a ocupação do cargo pelo ex-presidente pode “colocar panos quentes no tencionamento”, mas governo "tem que fazer mudanças a favor do povo"

Ato será realizado nesta sexta-feira (18), na região Metropolitana de Porto Alegre (RS)

Vazamento de grampo telefônico de conversa entre Dilma e Lula foi duramente criticado pelo campo progressista na noite de ontem (16) no Teatro da PUC de São Paulo

“O que está em jogo é uma política conservadora que quer vender o patrimônio brasileiro e beneficiar uma minoria”, disse Rangel, da FUP.

Artistas, juristas e intelectuais reúnem-se hoje (16) para defender a ordem constitucional. Na sexta (18), manifestação em São Paulo terá a presença de Lula.

Com uma estrutura de dez salas de aula, refeitório, secretaria e biblioteca, a escola atende 200 alunos, desde a educação infantil até o ensino médio, e conta com cerca de 24 professores.

O intuito é discutir sobre a ocupação da fazenda Gazola, em Lagoa Vermelha, no Nordeste do Rio Grande do Sul, e apresentar uma pauta de reivindicações ao governo federal.

Exame é obrigatório para reconhecimento de diplomas estrangeiros no Brasil e tem elevado índice de reprovação.

O Movimento afirma que a terra é do Estado e deve ser destinada para fins de Reforma Agrária.

Em entrevista Lucinéia Miranda de Freitas, do coletivo de mulheres do MST, avalia a Jornada de Lutas, fala das batalhas enfrentadas pela mulher Sem Terra e traça o panorama de lutas para o próximo período.

O Movimento destaca o respeito e confiança na história dos pastores que sempre estiveram lado a lado das organizações populares de Alagoas, na luta contra toda forma de injustiça e exploração.

Os acampados no local são da própria região e a maioria são famílias sem-terra expulsas pela construção de barragens – há sete somente no Nordeste gaúcho.

No último dia 08 de março, centenas de camponesas faziam um protesto em frente à portaria Vale em Parauapebas. A PM que acompanhava a marcha das mulheres, reagiu de forma truculenta e descontrolada.

Mais uma vez, o governo não recebeu as trabalhadoras e trabalhadores para abrir um diálogo que possibilite avanços nas demandas já apresentadas pelos Movimentos desde 2015.

Cerca de 300 famílias ocuparam o latifúndio Santa Maria, de propriedade do Grupo Atalla, que já foi autuada por trabalho escravo e degradante em suas áreas.

O Programa de Residência Multiprofissional em Saúde da Família com ênfase na Saúde da População do Campo tem como objetivo superar a invisibilidade e a negligência histórica da saúde da população do campo.

Em ações que se espalharam por diversas cidades as mulheres denunciaram os impactos causados pela Vale ao meio ambiente, e as regiões em que a empresa está instalada.

Os movimentos reuniram mais de 800 pessoas numa marcha que saiu pelas rodovias da cidade.

Dirigente do MST, foi torturado e morto por policiais, na ocupação realizada pelo Movimento na Fazenda Santana em Campo Bonito em1993.

Não temos nada contra os trabalhadores jornalistas, mas discordamos da linha editorial adotada pelos seus patrões.

Uma das principais pautas das mulheres que estavam acampadas diz respeito ao incentivo à produção agroecológica.

Há uma semana, a apresentadora conseguiu mudar o resultado de uma consulta pública feita pela Anvisa sobre o banimento de um dos agrotóxicos mais frequentes na mesa do brasileiro, o Carbofurano.

Manifesto das mulheres do Pará contra violência da PM na última terça-feira (8).

Os trabalhadores estão resistindo à decisão da Vara Agrária do estado que pediu a reintegração de posse da área. O despejo está marcado para hoje (10).

Entre as principais demandas apresentadas está o incentivo à produção agroecológica através da proibição do uso do agrotóxico 2,4-D e da pulverização aérea em assentamentos.

A polícia realizou uma verdadeira perseguição policial às camponesas. Atiraram spray de pimenta e bombas em um percurso de mais de 500 metros. Mulheres caíram, se machucaram e se feriram.

Mulheres Sem Terra se mobilizam em todo estado em jornada de lutas

Cerca de 600 mulheres participaram da atividade, que teve como objetivo denunciar a realidade das trabalhadoras dos meios urbano e rural.

A ação ocorreu nesta terça-feira (8), durante a manifestação das mulheres camponesas. A PM agiu de forma arbitrária e prendeu cinco militantes do MST.

Nas ações, as trabalhadoras denunciaram o capital estrangeiro na agricultura brasileira e chamaram a atenção da sociedade ao modelo de produção do agronegócio e seus impactos ao meio ambiente.

As mulheres denunciam a apropriação ilegal de terras feitas pela Araupel e denunciam o descaso do estado com reforma agrária na região Centro do Paraná.

Construído por várias entidades, coletivos, sindicatos, movimentos sociais e populares afirmar a luta pela democracia e a garantia dos direitos das mulheres conquistados nos últimos anos.

A reunião está marcada para às 11h desta quarta-feira (9) e dará continuidade às negociações da pauta de reivindicações.

A mobilização questionou o atual modelo de mineração e denunciou seus riscos ambientais.

As ações tiveram como objetivo demonstrar a sociedade que apenas uma Reforma Agrária Popular pode mudar a realidade das mulheres e campo brasileiro.

As mulheres também denunciaram a violência do agronegócio contra todos aqueles que defendem a Reforma Agrária Popular.

Cerca de dez pessoas são feridas durante marcha das mulheres em direção a Vale de Parauapebas, no Pará.

“Temos que aproveitar esse dia para dizer mais uma vez que somos contra a violência, não dá mais para permitir a discriminação e o conservadorismo".

"Esse órgão não tem cumprido o seu papel no que se refere à política de reforma agrária em Alagoas. As mulheres camponesas hoje estão aqui para dar esse recado e exigir outra postura dessa gestão”, afirmou dirigente.

As camponesas reivindicam anulação da titulação das áreas de assentamentos, e que todas as mulheres assentadas tenham acesso a políticas públicas como o Fomento Mulher.

Cerca de duas mil mulheres de diversos movimentos sociais do campo e da cidade marcharam pelo centro de Vitória em direção ao palácio do governo.

As mulheres denunciaram os impactos do agronegócio, a paralisação da Reforma Agrária, e defenderam o fim da violência contra a mulher.

As mulheres denunciam o alto consumo de agrotóxicos pela população brasileira. "Somos o país que mais consome veneno no mundo. O governo precisa dar mais atenção à agricultura familiar, que é quem alimenta a população".

“Lutamos por nossos direitos e contra o atual modelo de sociedade que descrimina as mulheres, incentiva o envenenamento dos alimentos e polui o meio ambiente".

A empresa já causou diversos problemas sociais e ambientais no Paraná e, agora, encontra-se em processo de licenciamento de suas atividades no MT.

Nos cartazes e faixas, as camponesas pautam a defesa de políticas efetivas para as mulheres trabalhadoras rurais, como condição de garantia de sua permanência no campo.

Passados quatro meses do maior crime ambiental da história do país, a maior parte das famílias atingidas ainda segue sem qualquer tipo de assistência.

As famílias vivem e produzem na área do acampamento a cerca de 1 ano e 10 meses. Elas afirmam que esta não é a primeira vez que o dono da fazenda realiza ações de despejo ameaçando a vida das pessoas.

As trabalhadoras denunciam o “falso modelo de produção sustentável” da empresa através do monocultivo de eucalipto.

O objetivo da ocupação é denunciar o uso abusivo de fertilizantes sintéticos e de agrotóxicos na produção de alimentos no Brasil.

A ação teve como objetivo chamar a atenção da sociedade para o modelo destrutivo do agronegócio.

Cerca de 1000 mulheres estão mobilizadas e pautam a desburocratização das agências do INSS na emissão de documentos para acesso aos benefícios sociais.

Para as Sem Terra o atual modelo minerador do país precisa ser transformado através da luta e da organização popular.

Cerca de 300 mulheres oriundas de assentamentos e acampamentos de Reforma Agrária do Ceará participam de encontro de formação

Foram mais de 30 mil mulheres em luta contra o capital e em defesa dos direitos sociais da classe trabalhadora.

A empresa Araupel é exemplo do modelo de agronegócio que produz apenas para exportação, com as terras cobertas por um deserto verde de pinus e eucalipto.

A fazenda tem quase 9,8 mil hectares de extensão e vai beneficiar mais de 400 famílias.

A ação é parte da Jornada Nacional de Luta das Mulheres Camponesas, que esse ano denuncia os males do agronegócio, dos transgênicos e de todas as formas de violência contra as mulheres.

Em meio as ofensivas que avançam sob a classe trabalhadora, as mulheres enfatizam que a unidade política é condição para enfrentar a conjuntura que se acirra.

Ação denuncia os impactos da Vale na região que vai desde a ameaça de territórios conquistados, até o aumento da violência, dos conflitos trabalhistas e fundiários, do número de acidentes e restrição do direito de ir e vir.

As camponesas denunciam a burocracia do órgão na emissão de documentos para acesso aos direitos sociais.

As ocupações possuem o objetivo de denunciar a violação dos direitos humanos e destruição da natureza em todo estado.

Dentre as pautas gerais tratadas esse ano estão os agrotóxicos, a mineração, a reforma da previdência, a violência contra a mulher e a impunidade no Massacre de Eldorado dos Carajás.

A ação que faz parte da Jornada Nacional de Lutas das Mulheres aconteceu em solidariedade aos trabalhadores da mineração.

Os movimentos também denunciaram a responsabilidade do governo hondurenho que, mesmo estando ciente das ameaças, não garantiu a devida proteção à dirigente indígena.

“As formas modernas, contemporâneas de escravidão não são somente um atentado à liberdade, mas levam à degradação da pessoa, transformando-a em uma ‘coisa’”, afirma o frei dominicano Xavier Plassat entrevista especial para o IHU On-Line.

Durante os dias de estudo, os trabalhadores denunciaram o agronegócio como um projeto que expulsa os povos e comunidades camponesas, destruindo o meio ambiente e gerando segregação social.

O processo de construção do álbum surgiu após diversas oficinas de músicas iniciadas em 2003.

A posição tomada pelo governo estadual tem como objetivo “inviabilizar a existência das escolas dos assentamentos, assim como precarizar as condições de trabalho de seus professores”.

A Feira que trouxe a diversidade da produção alimentícia e cultural dos mais diversos Assentamentos da Região para a cidade de Canindé de São Francisco.

Com o objetivo de formar e abordar os âmbitos políticos, sociais e ambientais na saúde e na agroecologia, o VER-SUS, em 2016, contou com a participação de 43 estudantes e sete facilitadores.

A trajetória de Cáceres é marcada pela sua coragem e determinação nas lutas em defesa do meio ambiente, dos povos indígenas e dos camponeses de seu país e da América Latina.

Os camponeses e os indígenas reivindicam do poder público, infraestrutura para os assentamentos e acampamentos da região.

O objetivo do Movimento foi fazer não só um caderno organizador, mas um material de pesquisa e consulta para os interessados no tema da Reforma Agrária.

Integrante do MST, Garibaldi foi morto em 1998 por uma milícia armada.

Na semana passada, Cáceres deu uma coletiva de imprensa em que denunciou que quatro dirigentes de sua comunidade foram assassinados e outros receberam ameaças.

Os trabalhadores e trabalhadoras reivindicam a liberação imediata de cestas básicas para famílias acampadas, celeridade no processo de obtenção de terras em conflito e a realização de novas vistorias de terras improdutivas.

Em ato na Câmara, parlamentares e movimentos sociais rechaçam desmonte da Petrobrás e agenda neoliberal pautada no Congresso.

Membro da coordenação nacional do Movimento dos Atingidos por Barragens, Joceli Andrioli, repudia acordo fechado nesta quarta-feira

“Parecemos caminhar em direção de uma espécie de ‘democradura’: a máscara do ‘Estado Democrático de Direito’ a disfarçar o autoritarismo crescente dos poderes constituídos face ao poder constituinte”.

Durante o encontro os trabalhadores apontaram os desafios na construção da Reforma Agrária Popular no estado.

Após mapeamento cultural realizado nas áreas de assentamento do Sergipe, notou-se uma notória quantidade de manifestações culturais e artistas populares, a partir daí nasceu a necessidade de registrar tamanha diversidade cultural.

Vrain condena toda a premissa da engenharia genética como má ciência, com base na ideia agora desacreditada que cada gene codifica uma única proteína.

O Colégio Estadual do Campo Contestado, situado no Assentamento Contestado na Lapa no Paraná, ganhou o prêmio Orierê- Cabeças Iluminadas, do Centro Cultural Humaitá.

Carta do movimento no DF sintetiza e repudia os ataques aos direitos dos trabalhadores no primeiro ano do novo governo distrital e federal, além de deixar claro o objetivo de enraizar-se nas lutas locais.