
Em BH, trabalhadores ocupam Ministério da Fazenda contra a terceirização
Cerca de 800 trabalhadores rurais do MST e do MAB denuncia a retirada de direitos da classe trabalhadora.

Cerca de 800 trabalhadores rurais do MST e do MAB denuncia a retirada de direitos da classe trabalhadora.

Em Porto Alegre, cerca de 10 mil trabalhadores das centrais sindicais e movimentos sociais participam de mobilização contra a terceirização.

Em BH, centenas ocupam Ministério da Fazenda. Já no ES, trabalhadores ocupam as praças de pedágios na BR 101.

Para Kelli Mafort, do MST, esse é o momento dos trabalhadores mostrarem que seguem em luta permanente diante da hegemonia do capital.

Com o lema “mais escolas, menos prisão, levante contra a redução”, o Levante realiza ao longo do dia diversos trancamentos de rodovias por todo Brasil.

Constantemente as comunidades pesqueiras são ameaçadas pelo avanço de grandes projetos que destroem o meio ambiente e acabam com seus territórios.

Nesse 23 de maio milhares de pessoas saem às ruas de todo mundo para protestar contra a atuação e práticas da Monsanto.

Dentre as pautas, os movimentos destacaram o acesso à água, à terra e condições para a produção e comercialização da produção camponesa.

Desde o dia 1º de maio os movimentos sociais e sindicais do estado estão participando da Marcha da Classe Trabalhadora do Campo e da Cidade.

Os espaços de luta e debate realizados durante o Maio da Diversidade cumpriu o objetivo de alertar a sociedade baiana sobre os crimes de homofobia.

Os profissionais, que estão sem receber seus salários há três meses, exigem respostas da superintendência sobre o convênio da ATER iniciado desde abril de 2014.

Segundo Paulo Henrique Campos, integrante do MST, a ocupação, chamada de Comuna, faz parte de uma estratégia do Movimento de repensar a cidade a partir da ótica dos que são 'invisíveis'.

Sem Terra protestam em frente a prefeitura de Iaras para exigir que a prefeitura realize a matrícula dos Sem Terrinha e forneça transporte.

Com a perspectiva de um diálogo com um representante nacional sem terras podem desocupar o prédio do órgão nesta tarde.

Durante três dias os jovens debateram e refletiram sobre a conjuntura internacional e as atuais lutas protagonizadas pela juventude.

Dezenas de países preparam protesto contra transnacional que também se envolveu com submundo da política e dos exércitos privados.

A ação faz parte da demanda estadual para arrecadação de novas áreas para a Reforma Agrária em todo estado.

Desde o dia 1º de maio os movimentos sociais e sindicais de Mato Grosso do Sul estavam participando da Marcha da Classe Trabalhadora do Campo e da Cidade.

No seu terceiro dia marchantes chegam a capital de Mato Grosso do Sul reivindicando direitos trabalhistas e reformas no país.

A ação faz parte da luta do 1° de Maio. Diversas organizações se juntam em pautas unificadas para fazer frente a onda conservadora.

A Fazenda Santa Ilário pertence a Antônio Borges, que em 2005 entrou na “Lista Suja” do trabalho escravo após o MTE encontrar 6 pessoas em situações degradantes.

Dia do Trabalhador terá como debates centrais as terceirizações, as alterações em benefícios sociais e a taxação das grandes fortunas. Para o ex-ministro Bresser Pereira, os “empresários partiram para a luta de classes”.

Os trabalhadores rurais exigem a arrecadação de novas áreas para a Reforma Agrária e a melhoria dos assentamentos já existentes.

A concentração do ato será a partir das 9h da manhã, na Torre de TV, e depois seguirá para a Petrobras.

Em todo o país vão acontecer atos conjuntos que terão no centro da pauta a defesa dos direitos da classe trabalhadora, da democracia, da Petrobras e da reforma política.

Foram realizadas manifestações em Brasília, São Paulo, Belo Horizonte, Recife, Porto Alegre e em Bagé, Belém, Aracaju.

Emissora também é lembrada por criminalizar movimentos sociais e por envolvimento em denúncias de sonegação fiscal.

Com a chamada "Fora Globo Golpista, os escrachos acontecem nos municípios de Bagé, Caxias do Sul, Erechim, Pelotas, Passo Fundo, Santa Maria, Santa Cruz e Santa Rosa.

Manifestantes se concentraram em frente a FIEMS para receber o presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha.

Segundo os Sem Terra, a Fazenda dos Guerras, em Tapes (RS), não cumpre a função social e possui crimes ambientais.

Ao todo, mais de 3 mil pessoas marcham pelas ruas da cidade de Buenos Aires. O ato partiu da Sociedade Rural e seguiu para a embaixada dos Estados Unidos.

O objetivo da ação é cobrar agilidade na execução dos Projetos de construção e reforma de casas nos assentamentos rurais.

Famílias da região esperam destinação das terras para Reforma Agrária há mais de sete anos

A ação denuncia o latifúndio improdutivo na região e exige sua desapropriação para fins de Reforma Agrária.

Na capital paulista, cerca de 40 mil pessoas, segundo os organizadores, participaram do protesto convocado pelas centrais sindicais e movimentos sociais.

Dez trabalhadores foram encaminhados à delegacia para prestar esclarecimento sobre as ações no estado.

Ações integram a agenda da Jornada Nacional de Lutas.

Além da Reforma Agrária, agenda de ações pauta projeto de lei das terceirizações, reforma política e a taxação de grandes fortunas.

De todas as regiões do país os povos indígenas estão se dirigindo a Brasilia. Na bagagem a grande responsabilidade de lutar e dar visibilidade aos seus direitos.

Na atividade foram debatidos temas a luta pela terra e a organicidade do Movimento

Uma das principais pautas é a luta contra o PL das terceirizações. O projeto não melhora as condições de trabalho dos 12,7 milhões de terceirizados.

No Pará, as atividades contarão com a presença de ministro do desenvolvimento agrário, presidente do INCRA e embaixadora da Venezuela no Brasil.

Atividade organizada por movimentos sociais tem como objetivo discutir diferentes formas de lutas.

Desde o final do ano de 2014 e início de 2015, o sistema educacional no Paraná tem sofrido diversos ataques por parte do governo estadual de Beto Richa.

Em Brasília (DF), por volta das 15 horas, a polícia recebeu com violência milhares de pessoas que participavam da mobilização em frente ao Congresso Nacional.

No estado, há famílias que há 13 anos lutam por um pedaço de terra. Força do agronegócio e falta de vontade política do governo são uma das causas.

Nesta terça, MST, CUT, CTB e movimentos populares do campo e da cidade realizam manifestações em todo o Brasil para impedir aprovação do PL 4330.

Movimentos conclamam as lutas das forças progressistas em defesa da democracia, cobram governo Dilma e o enfrentam à direita.

Alexandre Conceição critica deputado federal Ezequiel Teixeira que pediu esclarecimentos sobre um suposto “exército do MST”.

Movimentos populares fazem plenária em São Paulo em defesa dos direitos e contra a corrupção. Atividade é um esquenta para ato do dia 7/04.

O ato é para que poder público agilize a construção da escola no Assentamento Mário Lago e denuncia a entrada do agronegócio nas escolas públicas.

MST, CUT, CTB e movimentos sociais organizam mais uma agenda de luta nas ruas em defesa da democracia, dos direitos, da Petrobrás e contra o PL 4330.

45 famílias estão acampadas numa área improdutiva do sob administração do Departamento de Águas e Energia Elétrica.

Vídeo sobre a manifestação que reuniu cerca de 100 mil pessoas em São Paulo em defesa da Petrobras e pela Constituinte. Entrevista com Gilmar Mauro, da direção nacional do MST.

Para Sem Terra, é preciso unificar as forças para defender aquilo que o povo conquistou durante mais de 500 anos.

A mobilização era em defesa da Petrobras, pela Constituinte do Sistema Político e contra a retirada dos direitos trabalhistas.

Ocorreram atos com o mesmo conjunto de pautas em mais 17 estados do país. No total, 22 cidades no Brasil tiveram manifestações.

Dos 6 mil Sem Terra que participam da marcha estadual do MST na Bahia, 3.500 são jovens, e têm o desafio de levar adiante a luta pela Reforma Agrária.

Mais de 6 mil pessoas se mobilizam em defesa da soberania nacional e Reforma Política, em Porto Alegre.

As mobilizações são em defesa à Petrobras, os direitos trabalhistas e pela Constituinte do Sistema Político.

Ações chegaram em 23 estados e mobilizaram mais de 30 mil Sem Terra

Durante a manifestação, foi realizado um "escracho" em frente ao banco HSBC, pelas denúncias de lavagem de dinheiro.

As mulheres iniciaram as atividades pela manhã com um ato em frente ao Ministério da Agricultura, da atual ministra Kátia Abreu.

As mulheres reivindicam saúde, terra, educação e o fim da expansão do agronegócio.

Após jornada de lutas no estado, em que centenas de pessoas se mobilizaram durante quatro dias, governo promete atender as pautas dos movimentos.

Essa a primeira vez que o governador recebe os movimentos do campo no novo mandato do Palácio dos Palmares.

Nesta quinta-feira (12), movimentos sociais e sindicais vão às ruas de São Paulo em luta pelos direitos do povo camponês.

Nesta quinta, as diversas organizações que compõem a CMS se mobilizam em defesa da classe trabalhadora, da Constituinte e da Petrobrás.

Pernambuco, Santa Catarina, Rio Grande do Norte, Distrito Federal, Sergipe são alguns dos estados mobilizados.

87% dos assentamentos no estado ainda não possui água potável, e 70% não têm habitações financiadas pelo governo.

As ações se desembocarão nas mobilizações do dia 13 de março, em defesa da Petrobras, da reforma política e dos direitos trabalhistas.

MST denuncia a demora na desapropriação de terras pelo Incra para assentar cerca de 700 famílias acampadas em todo o Estado.

A mobilização tem como objetivo cobrar dos governos municipais, estadual e federal maiores investimentos na produção, industrialização e venda de alimentos.

Seis mil pessoas marcham de Feira de Santa a Salvador. Sem Terra devem chegar segunda-feira a capital.

A mobilização reivindica a realização da Reforma Agrária Popular e a garantia da soberania alimentar.

Cerca de 4 mil marcham em Maceió e dialogam com o povo alagoano sobre os impactos do agronegócio à toda sociedade e a proposta de Reforma Agrária.

Elas reivindicam maior agilidade com relação às famílias acampadas. Muitas já estão acampadas há dez anos.

Os camponeses exigem que a água do canal chegue aos trabalhadores Sem Terra e pequenos agricultores e não para os latifundiários.

Os Sem Terra permanecem até esta quarta, quando sairão em marcha até o Palácio dos Leões, sede do governo estadual do Maranhão.

As ocupações aconteceram em Alagoas, Pernambuco, Ceará e Sergipe, e dão continuidade às mobilizações iniciadas pelas mulheres no estado.

As mulheres apoiam a greve dos caminhoneiros e dos professores, e defendem a garantia e acesso às camponesas ao estudo formal e técnico.

Segundo elas, a Cargill estimula o desmatamento do Cerrado e a expulsão de milhares de famílias camponesas.

A multinacional israelense Adama é uma das maiores empresas de agroquímicos do Sul do país, incluindo um dos componentes do agente laranja.

Cerca de 600 mulheres de diversas organizações do campo e da cidade participaram da mobilização.

A ação faz parte de um conjunto de mobilizações da jornada de luta das mulheres camponesas,.

Cerca de 1000 mulheres marcham pelas ruas da cidade Colatina e outras 300 ocupam a fazenda Nossa Senhora da Conceição, em Linhares.

Primeiro, as mulheres vão armar acampamento na área para que as 250 famílias que acampam na estrada em frente ao latifúndio mudem para o local.

A marcha saiu da cidade de Feira de Santana, e percorrerá 116 km até a capital Salvador.

O Engenho, atualmente com registro sobre o nome BioSev, pertence a um Grupo Francês cujo um dos donos é o ex-jogador de futebol francês, Zidane.

Elas exigem maior agilidade na realização da Reforma Agrária e melhorias na infraestruturas nas áreas de assentamentos.

As ações fazem parte da Jornada Nacional de Lutas das Mulheres Camponesas, em que denunciam o modelo do agronegócio.

A ocupação é para denunciar o modelo do agronegócio e capital estrangeiro na agricultura, que atenta à vida de milhares de mulheres.

A ação compõe a Jornada Nacional de Lutas das Mulheres Camponesas de 2015.

As mulheres chegaram com muita mística da luta, da resistência, da denuncia e do enfrentamento ao modelo do agronegócio.

Embora seja uma vitória parcial, as organizações conseguiram levar esse debate à sociedade e mostrar seus impactos sociais e ambientais.

Pela soberania alimentar, contra a violência e o agronegócio! Ocupação da Suzano/Futura Gene em Itapetininga -SP.

A Jornada inicia na próxima segunda com o Ato de Abertura da Marcha Estadual do MST. A marcha sairá de Feira de Santana em direção a capital.

As ações são contra a liberação dos eucaliptos transgênicos, a ser votada nesta quinta na CTNBio, em Brasília.

As mobilizações devem acontecer em todas as capitais do país no dia 13. Em SP, espera-se 40 mil pessoas.

O Arquivo Nacional e a CUT lançam o terceiro volume da Coleção “Arquivos e o direito à memória e à verdade.