Em ato ecumênico, trabalhadores pedem justiça ao massacre de Eldorado dos Carajás

Cerca de 100 mil trabalhadores e trabalhadoras participaram do ato que reuniu representantes das religiões de matriz africana, evangélica, católica e budista.

Cerca de 100 mil trabalhadores e trabalhadoras participaram do ato que reuniu representantes das religiões de matriz africana, evangélica, católica e budista.

Para a professora da UFMG, Marlise Matos, "É entristecedor ver a qualidade de argumentos”.

As forças econômicas, políticas conservadoras e reacionárias que alimentaram essa farsa têm o objetivo de liquidar direitos trabalhistas e sociais do povo brasileiro.

Por todo o país, o Dia Mundial de Luta Camponesa ganhou uma nova conotação devido à situação política do país.

O ato também faz parte da Jornada Nacional de Lutas em Defesa da Democracia e Contra o Golpe puxada pelas Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, que reúne diversos movimentos e organizações populares.

A declaração foi dada durante aula pública sobre questão ambiental e alimentação saudável realizada no Acampamento da Legalidade e da Democracia em POA.

Confira o Radar das Lutas Populares - especial Contra o Golpe, produzido pelo Brasil de Fato.

O acampamento tem como objetivo pressionar parlamentares a votar contra o golpe no rito do impeachment que acontece neste domingo, bem como dialogar com a população e alertar para os riscos de um possível ruptura democrática

A ação reafirma o compromisso dos trabalhadores em ocupar as ruas para pautar a Reforma Agrária Popular e exigir justiça aos lutadores do povo que morreram em defesa de uma sociedade mais justa, fraterna e igualitária.

As ação fazem parte da Jornada Nacional de Luta pela Reforma Agrária

A ação acontece em solidariedade aos Sem Terra do Paraná, contra a decisão do TCU (Tribunal de Contas da União) de paralisar a reforma agrária, contra o golpe, em defesa da democracia e para lembrar o Massacre de Eldorado dos Carajás.

"Saímos às ruas para reafirmar nosso compromisso com a legalidade e com as lutas sociais, em especial, a luta pela Reforma Agrária".

Além da Reforma Agrária, agenda de ações pauta a luta pela democracia, contra o golpe e o fim da violência no campo.

Ações de bloqueio somam-se à Jornada Nacional de Lutas em Defesa da Reforma Agrária e da Democracia, que acontecem em todo país.

Nesta sexta-feira (15), os movimentos populares que compõem a Frente Brasil Popular realizam marchas, trancamento de rodovias e liberação de pedágios em todo o país.

Ações fazem parte da Jornada Nacional de Lutas do MST.

O objetivo é denunciar a violência do latifúndio e do agronegócio contra os trabalhadores Sem Terra, que segue, na maioria dos casos impunes, como o Massacre de Eldorado dos Carajás.

Duas mil famílias terão acesso à infraestrutura adequada para o desenvolvimento socioeconômico e produtivo.

Esquecendo que a questão da Reforma Agrária no Estado arrasta-se por anos, a deputada tenta justificar seu voto pró golpe como retaliação a criação do acampamento Olga Benário.

Frente Brasil Popular e Frente Povo Sem Medo do Rio Grande do Sul soltam nota à imprensa alertando para resistência dos movimentos sociais em caso de golpe.

O Acampamento da Legalidade é organizado pela Frente Brasil Popular e à Frente Povo Sem Medo e conta com mais de 800 pessoas.

A ação da Polícia Militar (PM) para liberar a estrada, em Eldorado dos Carajás, ocupada por integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) deixou 21 mortos e 69 feridos.

Estado registra a maior parte dos assassinatos em áreas rurais no país, seguido por Rondônia e Mato Grosso.

Massacre de Eldorado dos Carajás e assassinatos recentes no Paraná evidenciam falta de justiça.

ONU recebe denúncia de irregularidades na investigação do assassinato de dois trabalhadores rurais sem-terra.

O objetivo do evento, que começou nesta quarta (13), é construir um calendário de lutas comuns.

Decisões judiciais confirmam nulidade de títulos de propriedade da Araupel, segundo advogado.

O comentário ocorreu durante a participação no Fórum da Democracia como parte das atividades do Acampamento da Legalidade e da Democracia, na Praça da Matriz, em Porto Alegre.

Barracos de lona preta começaram a ser montados nos latifúndios pelos trabalhadores, que não possuem previsão de saída. Enquanto isso, o Incra é cobrado a iniciar o processo de vistoria das áreas para realizar as desapropriações.

Ao contrário das outras tentativas de mudança de lei, desta vez o caso é o pior: trata-se de jogar no lixo a Lei 7802/1898, construída a partir de grande luta da sociedade civil.

Atividade é realizada na curva do “S”, onde ocorreu o Massacre de Carajás.

Em 2016, completam-se 20 anos do assassinato de 21 Sem Terras, pela polícia militar do estado do Pará.

Ação resulta da persistência e da organização das famílias na produção, que finalmente recebem o fruto do convênio com o Incra.Os implementos ajudarão a fortalecer o cooperativismo nos assentamentos de duas regiões de Minas Gerais.

Esta é a 31ª edição do relatório que reúne dados sobre os conflitos e violências sofridas pelos trabalhadores e trabalhadoras do campo brasileiro, neles inclusos indígenas, quilombolas e demais povos tradicionais.

Deputados usaram a tribuna da Câmara dos Deputados para reproduzir mentiras sobre o MST, baseadas em matérias mal apuradas pela imprensa e supostos áudios da polícia

A Fazenda foi adquirida por práticas de crime ambientais e grilagem

Cerca de 500 integrantes de movimentos populares ligados à Frente Brasil Popular e à Frente Povo Sem Medo, ocuparam a Praça da Matriz no Centro Histórico de Porto Alegre

Em meios a grandes extensões de monocultivo de soja e algodão, famílias Sem Terra exigem a desapropriação da fazenda para fins de Reforma Agrária.

A semana será decisiva para quem luta pela democracia e em todo país acontecem diversas mobilizações contra o golpe

Anistia Internacional, CPT, MMM, entre outros, lamentaram as mortes e cobraram punição imediata aos culpados.

MST realiza atividades que marcam a luta pela reforma agrária, a impunidade e denúncia da violência contra os trabalhadores e trabalhadoras rurais

Em nota, explicam que nos últimos anos, 17 trabalhadores sem terra foram assassinados no Paraná, e em apenas um caso houve responsabilidade pelo crime cometido.

Desde novembro de 2015, os trabalhadores e trabalhadoras buscam interlocução com governo

A atividade resulta do ataque covarde promovido pela Polícia Militar e por seguranças da Araupel contra trabalhadores Sem Terra, organizados no Acampamento Dom Tomas Balduíno, no município de Quedas do Iguaçu

MST, professores, alunos e demais movimentos sociais coordenam e participam de debates para pensar a distribuição de terra no país.

Em menos de uma semana, diversos episódios de violência marcaram a luta da classe trabalhadora no Brasil.

A área está localizada na região costeira da Terra Indígena Tupinambá de Olivença e possui muitos recursos naturais que despertam os interesses das empresas do capital nacional e internacional.

No ataque covarde promovido pela PM e por seguranças da Araupel, foram assassinam dois trabalhadores Sem Terra

Até o momento existe a confirmação de dois mortos e aproximadamente seis feridos.

“No al golpe” foi o grito ecoado durante etapa do curso Soberania Alimentar e Agroecologia.

A encontro tem como foco a denúncia da violência e a impunidade no campo, bem como a defesa da Reforma Agrária como instrumento fundamental de superação da desigualdade social.

O uso indiscriminado de agrotóxicos também é tema das atividades que acontecem em todo país.

Lançada em 2011, a denúncia dos impactos severos que os venenos causam na saúde humana e no meio ambiente é a bandeira central da Campanha

Desde 2013, a prefeitura paulistana vem adotando medidas para melhorar a qualidade da alimentação escolar, como a aquisição de alimentos orgânicos pelo Departamento de Alimentação Escolar (DAE).

"Creio que a luta seja universal, por que os nossos inimigos comuns são maiores. Não podemos reduzir isso a um só território, são processos e sistemas que estão interligados".

As lutas pela terra, água e territórios são centrais na luta pela soberania alimentar.

Assentados de Eldorado do Sul e Nova Santa Rita inauguraram nesta terça-feira (5) a Feira Orgânica da Auxiliadora.

Os pontos a serem discutidos são desenvolvimento econômico e ambiental e política de reparo dos prejuízos da crise hídrica; obtenção de terras para fins de reforma agrária, entre outros.

Realizada com o apoio de três universidades, alunos, professores e militantes discutem a Reforma Agrária e relembram o massacre dos Carajás.

Diante do risco e da incapacidade do estado em garantir a segurança dos acampados contra os criminosos, decidiu-se pela saída das famílias antes que situação se agravasse ainda mais.

Entre os dias 20 e 24 de julho, a capital mineira, Belo Horizonte, receberá toda a produção cultural e artística do campo brasileiro

Toda produção de cajueiros-anão sustentada e orientada pelo projeto Plantando Caju e Colhendo Desenvolvimento nestes municípios estará escoada para a agroindustrialização.

Com área de 852,9 hectares, o imóvel foi vistoriado por técnicos do Incra em 2013, tendo sido classificado como improdutivo.

O evento teve como objetivo discutir estratégias para promover a universalização da assistência técnica e extensão rural pública e de qualidade aos agricultores familiares.

A Fazenda Santa Maria pertence a dois irmãos envolvidos no desvio de dinheiro público na Petrobrás.

As ações aconteceram em memória e repúdio ao assassinato do militante Fábio Santos, que completou, no dia 2 de abril, três anos de impunidade.

Com uma dinâmica de trabalho que envolveu atividades em grupos e reflexões, os jovens apresentaram o que entendem por cultura e como veem o funcionamento da sociedade brasileira, com seus valores em sua essência capitalista.

Em todos os contatos com as forças policiais do Estado, as famílias disseram claramente que o objetivo principal era se organizar para que o direito à terra fosse alcançado através de luta e reivindicação.

O curso tem o objetivo de contribuir com o processo de formação da juventude a partir da realidade local e do Brasil, bem como possibilitar um espaço de dialogo e intercâmbio da juventude dos movimentos sociais

Cerca de 10 dias atrás, os pistoleiros atiraram contra o acampamento e fizeram ameaça às famílias.

"É um espaço de disputa da informação que pauta a democratização e a construção da formação educativa e política da classe trabalhadora do campo e da cidade."

Na cerimônia também foram assinados quatro decretos de regularização de territórios quilombolas, atendendo a 799 famílias.

Em sua terceira edição, a UFBA pretende ampliar o debate, junto ao corpo estudantil, sobre os elementos que historicamente apontam a Reforma Agrária como projeto de vida para o campo brasileiro

Em todo o estado, cerca de 100 mil militantes de diversas organizações e movimentos populares do campo e da cidade, participaram dos atos em mais de 20 municípios

Após três anos da morte do pedagogo e Sem Terra, Fábio Santos, as investigações sobre o caso seguem paralisadas no poder judiciário.

A mobilização foi convocada pelas Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo; em São Paulo, o ato na Praça da Sé reuniu 60 mil manifestantes

Segundo Irma Brunetto da direção do MST, o objetivo do Movimento é denunciar o descaso das grandes empresas multinacionais com o nosso território.

O objetivo é aumentar a arrecadação do imposto nos municípios que possuem projetos em seu território e assegurar que os recursos sejam destinados ao desenvolvimento dos assentamentos.

Acompanhe em tempo real as mobilizações contra o golpe em todo país

É consenso entre as organizações camponesas que o golpe produzirá uma ruptura democrática com consequências terríveis para os trabalhadores do campo e da cidade, além de abrir caminho para a retomada do projeto neoliberal no Brasil.

De acordo com João Pedro Stedile, da direção do MST, o momento de crise política exige a união da classe trabalhadora para a construção de um outro modelo de desenvolvimento.

Além de várias cidades brasileiras, manifestantes na Alemanha, na Espanha e na Inglaterra também vão às ruas contra o impeachment.

Militantes debateram o atual cenário político e encaminharam a criação de um Comitê Contra o Golpe.

Músicos, musicistas, poetas, poetisas, cantadores e cantadoras se reuniram para fazer da arte uma importante arma na construção de uma nova sociedade.

No dia do seu lançamento, Comitê Pró Democracia já apresenta atuação marcante contra a OAB dentro da Câmara Federal

Cerca de 3 mil pessoas comparecerem nos dois dias de atividades que contou com diversas atrações

Se superar empate de opiniões com a direita, campo progressista deve buscar a convocação de Assembleia Constituinte que promova a reforma do sistema político e da estrutura do Estado

Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo esperam levar 100 mil pessoas ao protesto marcado para o dia 31, o qual também criticará o ajuste fiscal

Jornalista, advogado, sociólogo, professor e, essencialmente, militante comunista, Clodomir nos deixa um legado vivo na luta dos movimentos camponeses.

Em entrevista, Raúl Zibechi afirma: “Minha impressão é que se optou por uma forma de governo sem conflitos, nem com a direita, nem com os setores populares”

Depois de sete anos ocupando o latifúndio do saber, 48 assentados e filhos de assentados beneficiários da reforma agrária, realizaram a colação de grau da I turma de Agronomia em parceria com o PRONERA

O manifesto de apoio ao diplomata salienta seu compromisso com a construção de uma sociedade livre, justa e solidária

Parlamentar realizou Grande Expediente em Defesa da Democracia e da Legalidade, contra o Golpe, na Assembleia Legislativa do RS.
![[Café com MST] Sérgio Amadeu](https://mst.org.br/wp-content/uploads/2019/11/0-305.jpg)
Em entrevista, o professor e ativista fala sobre segurança na internet.

Rondônia foi cobaia da ditadura para implantar o modelo de colonização, que quase destruiu uma parte importante da maior floresta tropical do mundo.

O objetivo deste ano, segundo os educandos e professores é relembrar o massacre de Eldorado de Carajás – que em 2016 completa 20 anos -, e também a morte do padre Jósimo Moraes.

O documento aponta a necessidade de construir lutas frente as constantes ameaças à democracia brasileira.

Essa experiência é fruto de uma parceria entre a ENFF e universidades públicas que se vinculam com as demandas dos estudantes do campo

A homenagem foi feita quase um ano após Stédile ser ameaçado de morte nas redes sociais por funcionário aposentado da Guarda Municipal da cidade.

Educadores e representantes de movimentos sociais se reuniram para debater os princípios, propósitos, objetivos e a proposta político-pedagógica da Universidade