
Conflito pela água é tema de Audiência Púbica em Correntina
Ministério Público e organizações sociais convocam Audiência Pública sobre os conflitos pela água em Correntina, movimentos também realizarão uma marcha na região central da cidade.

Ministério Público e organizações sociais convocam Audiência Pública sobre os conflitos pela água em Correntina, movimentos também realizarão uma marcha na região central da cidade.

De acordo com a coordenação do acampamento, essa intimidação traz prejuízos não apenas às famílias acampadas, mas para toda população e meio ambiente.

Histórico de disputa na região do Oeste da Bahia já existe há anos, violentando a população que sofre diariamente com ameaças.

Localizada em Wenceslau Guimarães, na região do Sertãozinho, as famílias denunciam a improdutividade da área e exigem com urgência o processo de vistoria para fins de desapropriação.

Em meio às palavras de ordem e cartazes em defesa do Rio e das águas, uma grito transborda: “não somos terroristas”

“O evento mostrou que a formação também é possível fora da sala de aula", explicou Idaiane Sales, do setor de educação do MST.

Em entrevista para nossa página, Eleneuda Lopes explica como o “Sim, Eu Posso” tem contribuído no processo de emancipação dos trabalhadores e fala da importância que o método cumpre.

Militante LGBT foi mais uma vítima do extermínio da juventude negra nas periferias.

Método cubano de alfabetização tem avançado na popularização do acesso à leitura e escrita, combatendo as desigualdades sociais e os altos índices de analfabetismo no Brasil.

Movimento desfaz "fake news" sobre suposta invasão no município de Correntina, Oeste da Bahia.

Fala aconteceu durante o 19º Encontro Estadual dos Educadores e Educadoras do MST na Bahia

“O Movimento Sem Terra tem apontado na educação do campo um método de luta social contra o capital e de conscientização dos indivíduos da classe trabalhadora".

As atividades seguem até sábado (28) com diversos debates que apontam a necessidade da organização política e da construção de um projeto pedagógico popular.

Em 1995, com a construção da Escola Che Guevara, debaixo de um pé de Juá, uma história de luta se desenha

O evento pretende fortalecer a mística dos 30 anos do MST na Bahia, completados no último dia 07, com o resgate das experiências e conquistas em torno da escolarização dos trabalhadores e trabalhadoras Sem Terra.

As conquistas em torno dessa experiência educativa farão parte do 19º Encontro Estadual dos Educadores e Educadoras da Reforma Agrária

Na jornada, o MST se posicionou contra os cortes no orçamento do Governo Temer e cobrou uma pauta de reivindicação que tramita no Estado desde 2015.

Com a realização de mais uma Jornada Nacional de Lutas, o MST na Bahia levanta a pauta dos perímetros irrigados, que tem gerado muitos processos de resistência no norte do estado.

“Estamos aqui para retomar nossas pautas e resistir as investidas antipopulares que negligenciam direitos fundamentais, como o de estudar”.

As discussões do encontro regional preparam os educadores do MST para o 19º Encontro Estadual que acontecerá entre os dias 26 e 28/10, no Jequitaia, em Salvador.

As ações fazem parte da Jornada Nacional de Lutas em defesa da Reforma Agrária, que mobiliza milhares de famílias Sem Terra em todo Brasil.

Um inquérito policial está sendo aberto para averiguar os motivos da execução, desconhecido pelos familiares, amigos e pela Direção do MST na região.

A turma será composta por 43 trabalhadores e trabalhadoras de assentamentos, comunidades indígenas, quilombolas e de pequenos agricultores, entre 18 e 49 anos.

O prêmio faz parte das comemorações dos 56 anos de Itamaraju, que reconhece a participação política e social de pessoas físicas e entidades que lutam contra as desigualdades sociais.

O evento contou com a participação de 100 profissionais da educação que atuam nos assentamentos e acampamentos do MST.

“O Assentamento Rosa do Prado é um exemplo de resistência, de coragem e de pertença à organicidade e à mística do MST”, destaca dirigente Sem Terra.

Cerca de 100 pessoas participaram do encontro, que abarcou em sua programação diversos painéis, oficinas, mesas redondas e trabalhos em grupo.

A cada dia sob a quentura da lona, o desconforto com a injustiça aumentava e isso refletia na organização de novas ocupações e na resistência das famílias.

As diversas práticas em saúde vivenciadas durante o mutirão preparam as famílias assentadas e acampadas do MST para participarem do Encontro Estadual do Setor de Saúde, que ocorre no fim de setembro, em Salvador.

De acordo com Edinaldo Correia, da Direção Estadual do MST, o mais importante com a realização do evento será a troca de conhecimento.

"Queremos mais 30 anos de luta e resistência. Isso ninguém nos tira. Nossa rebeldia. Nossa força. Nosso desejo de dias melhores”.

Os Sem Terra investem na agroecologia como uma ferramenta popular, oriunda de debates coletivos e que visa o respeito à natureza.

Foi com o sentimento de luta e a “mística revolucionária” apontada nas canções e gritos de ordem que foi oficializado o início das comemorações.

De família humilde, sempre vivenciou na pele as contradições do capital e a falta de oportunidades enquanto negro e Sem Terra.

Ao longo destes 30 anos, o MST na Bahia tomou a decisão de lançar uma “Campanha de Erradicação do Analfabetismo” nas áreas de Reforma Agrária.

Ao alinhar formação política à técnica, o MST pretende consolidar coletivos e avançar na construção de cursos no sudoeste do estado.

Fabya Reis foi homenageada pela tarefa militante, acadêmica e institucional que tem desempenhado desde os 19 anos de idade.

Cerca de 1200 Sem Terra, de dez regiões, estão sendo esperados e diversos estandes serão montados para garantir a comercialização dos produtos.

O Seminário teve como objetivo disseminar e fortalecer o debate da agroecologia com educadores e a equipe de apoio das escolas.

Após ser dirigente nacional e ter o papel de contribuir na organização do MST, Lucinha se tornou a primeira Secretária de Políticas para Mulheres da Bahia.

O baiano Manoel Messias contribuiu na construção do MST na Bahia, ao ajudar no trabalho de base e organização das famílias Sem Terra.

Aos 73 anos de idade, Maria Sores conta como foi o processo de organização da primeira ocupação de terra do MST na Bahia.

Durante os dois dias, cerca de mil pessoas visitaram as barracas do Movimento, onde foi comercializada alimentos saudáveis, produzidos de maneira coletiva pelos Sem Terra da região.

“Uma vez por semana as famílias se reuniam para ler. Nesse momento as experiências eram trocadas e o conhecimento compartilhado”.

A área pertence à família Marinho. MST denuncia a improdutividade das terras, além de diversas irregularidades administrativas.

"Os povos tradicionais estão perdendo os territórios para o turismo predatório, a indústria naval e aos grandes empreendimentos", denúncia pescador.

Os estudantes estão dentro da Direc por tempo indeterminado e afirmam que só vão desocupar o espaço após reuniões que sinalizem avanços na pauta.

Um dos pontos de discussão será a inserção da agroecologia na matriz curricular das escolas do campo.

Com seis irmãos analfabetos, seu pai e sua mãe, Mota participou da primeira ocupação de terra do Movimento no estado, realizada em 1987 na Instância 40 45.

Além da comercialização, a feira proporcionou diversos momentos de formação com a realização de palestras.

“O nosso objetivo foi o de comemorar nossa resistência e de mostrar a força da luta pela terra em defesa da dignidade”, explicou militante Sem Terra.

A Montaria contou com a participação de pessoas de toda região e de outros estados, como do Espirito Santo.

As atividades seguem até sábado (29), com a participação de 350 profissionais da educação.

Ainda haverá um longo trajeto até que o caso Fábio tenha um desfecho e possamos saber se a Justiça será feita ou não.

A cultura baiana, ligada a luta pela terra, é uma das mais plurais e marcantes do território brasileiro

Os cursos foram realizados na Chapada Diamantina, Norte, Nordeste, São Francisco, Sul, Baixo Sul, Extremo Sul e Sudoeste, reunindo mais 500 trabalhadores Sem Terra

Na ocasião, foi feita a leitura da carta final que apresentou uma síntese das plenárias e da trajetória de luta que a Romaria tem construído em suas 40 edições.

O MST recebe com imensa tristeza a notícia do falecimento do companheiro, que foi vítima de um acidente de carro na noite da última terça-feira (4).

Os dados do Centro de Documentação “Dom Tomás Balduino”, da Comissão Pastoral da Terra (CPT), apontam a Bahia como terceiro estado no Brasil com maior número de conflitos no campo.

“Nossa educação precisa ser transformadora. Ela precisa massificar a luta e garantir que a nossas bandeiras históricas estejam na ordem do dia”, afirma Eliane Kay, do Coletivo Regional de Educação.

Atividades de formação ocorreram entre os dias 1 e 2 de julho no Assentamento Nova Canaã, no município de Remanso, no norte do estado.

Cerca de 70 pessoas percorreram seis municípios baianos entre os dias 26 e 30 de junho.

Os soteropolitanos possuem um motivo a mais para ocupar as ruas, tendo em vista que o prefeito ACM Neto (DEM) ameaçou cortar ponto de servidores que aderirem à Greve Geral

Em seis regiões do estado foram mobilizadas mais de 10 mil pessoas

Cerca de 60 trabalhadores e trabalhadoras participaram da atividade que tem o objetivo de avançar no processo de formação e organização dos trabalhadores assentados e acampados.

Atividade ocorreu na última sexta-feira (23) e levou alimentos saudáveis à mesa da população.

Um dos objetivos do seminário foi o de estudar a história do MST e resgatar os princípios da educação do campo.

Entre os dias 19 e 20 de junho, os trabalhadores Sem Terra se reuniram com a equipe técnica da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) e do Serviço Territorial de Apoio à Agricultura Familiar (SETAF).

O encontro tem discutido o atual momento político com foco nas dificuldades encontradas para se consolidar uma educação do campo de qualidade

As plantações e espaços coletivos foram derrubados por um trator no instante que a área foi desocupada

Atividade na UNEB fomenta a construção coletiva do conhecimento e a criação de métodos de ensino que dialoguem com a realidade dos assentamentos e acampamentos.

Ação da Polícia Militar despejou cerca de 50 famílias do Acampamento Terra Livre, nesta segunda-feira (12).

Além da diversidade de alimentos, 3ª Feira Estadual da Reforma Agrária teve espaços de debate e recebeu um público de 30 mil pessoas.

Dirigente Nacional do MST participou de um debate sobre conjuntura, durante a 3ª Feira Estadual da Reforma Agrária da Bahia.

A educação popular é um instrumento de emancipação dos povos, seja ela no campo do conhecimento e da formação social, ou na construção de uma identidade que tenha como base a soberania popular.

Durante o ato foi apontado a necessidade de avançar na luta pela Reforma Agrária Popular e retomar a democracia no Brasil.

3ª Feira Estadual da Reforma Agrária começa nesta quinta-feira (8) e vai até o sábado (10), na Praça da Piedade, centro da capital baiana.

Barraca oferecerá produtos fitoterápicos produzidos pelo Coletivo de Saúde do MST. Feira ocorre entre os dias 8 e 10 de junho.

Avaliação foi feita durante seminário que ocorreu no Assentamento Paulo Kageyama, no município de Eunápolis, e contou com participação de 50 pessoas.

Produção agroecológica do MST da Bahia será comercializada durante a 3ª Feira Estadual da Reforma Agrária, que acontece entre os dias 8 e 10 de junho em Salvador.

4º Encontro de Educadores e Educadoras da brigada Ernesto Che Guevara foi realizado no Assentamento Margarida Alves, no Extremo Sul baiano, entre os dias 26 e 27 de maio.

3ª Feira Estadual da Reforma Agrária será palco para artistas e culinária baiana, entre os dias 8 e 10 de junho.

3ª Feira Estadual da Reforma Agrária será realizada entre os dias 8 e 10 de junho, na Praça da Piedade, em Salvador.

Como parte das ações comemorativas dos 30 anos do MST na Bahia, Juventude Sem Terra realiza diversas atividades de formação.

Atividade ocorre na Praça da Piedade, na capital baiana, entre os dias 8 e 10 de junho.

1º Curso Regional de Auriculoterapia Popular foi realizado entre os dias 20 e 22 de maio, na Escola Técnica do Campo Luana Carvalho, localizada no Assentamento Josiney Hipólito, em Ituberá, na Bahia.

Protesto na capital baiana se somou ao grande ato nacional, que reuniu outras 200 mil pessoas em Brasília nesta quarta-feira (24).

Estudantes canadenses realizam intercâmbio na Escola Popular de Agroecologia e Agrofloresta Egídio Brunetto, no sul da Bahia.

2º Seminário de Saúde da Juventude ocorreu nos dias 19 e 20 de maio, na cidade de Prado, no extremo sul do estado, e reuniu 50 jovens.

O encontro contou com uma programação que discutiu o atual cenário brasileiro, com foco nas perdas de direitos que influenciam diretamente nas políticas educacionais

Atividade foi um ensaio para a 3ª Feira Estadual da Reforma Agrária, que ocorre entre os dias 8 e 10 de junho, em Salvador.

Os debates foram acompanhados por atividades de integração e animação da Juventude

Com o tema “Terra e território: natureza, educação e Bem Viver”, a Jornada sediará ainda a realização dos Jogos Indígenas e a Feira de Economia dos Povos.

Com o objetivo de fortalecer o debate em torno da comunicação popular, os participantes, de oito regiões, aprenderam técnicas no campo da produção textual, fotográfica, artes gráficas e da linguagem radiofônica.

Para Eleneuda Lopes, coordenadora do método na região, o espaço foi muito importante, “pois estamos na metade do processo e é necessário fazermos uma avaliação para ver se todos os educandos estão de fato acompanhado o método”

O seminário teve um grande enfoque também na comercialização, com base na organização da produção, dos insumos, alimentos, agroindústria, lojas e o centro de distribuição

Em marcha pelas principais ruas da cidade, os manifestantes fecharam o cruzamento da BR 101 com a BR 367

De acordo com o MST na região, o caderno vem para fortalecer a identidade camponesa, através do processo de construção do conhecimento

O despejo foi realizado pela Polícia Militar, que invadiu a área fortemente armada com o objetivo de coibir as famílias.

Governador baiano se negou a receber representantes de movimentos populares que são contra as privatizações no Estado.